- O presidente dos EUA, Donald Trump, pediu ao Reino Unido e a outros países que enviem navios de guerra para manter o estreito de Hormuz aberto durante o conflito com o Irã.
- O estreito é uma importante rota de tráfego entre o Golfo Persa e o Golfo de Omã, por onde passa cerca de um quinto do petróleo mundial (cerca de 20 milhões de barris por dia).
- Desde os primeiros ataques dos EUA e de Israel ao Irã, várias embarcações que passam pelo estreito foram atacadas, e a passagem tornou-se praticamente interrompida, elevando os preços do petróleo e pressionando a economia global.
- Trump afirmou que países afetados pela suposta tentativa de fechamento de Hormuz enviarão navios para manter a passagem aberta e segura, dizendo ter “destruído 100%” da capacidade militar do Irã.
- O Irã negou as alegações de que suas capacidades foram destruídas, afirmando que as afirmações são mentiras.
Donald Trump pediu, via Truth Social, que o Reino Unido envie navios de guerra para ajudar a manter o estreito de Hormuz aberto. O apelo ocorre em meio a um conflito com o Irã, com países sendo instados a deslocar embarcações para a passagem estratégica. O estreito liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e revela-se crucial para o fluxo de petróleo mundial.
Segundo o texto publicado, Trump destacou que várias nações, especialmente aquelas afetadas pela tentativa de fechamento de Hormuz, deveriam atuar em conjunto com os EUA para manter a rota aberta e segura. O líder americano também afirmou que as capacidades militares do Irã teriam sido neutralizadas, ainda que riscos como drones ou minas possam existir.
O recado chega em meio a ataques a navios que atravessam o estreito nos últimos dias, após ataques coordenados entre EUA e Israel contra o Irã. O Irã rebateu, alegando que as afirmações sobre a destruição de capacidades militares são falsas. O governo britânico não confirmou participação, e Downing Street foi procurado para comentar.
Reação internacional
China, França, Japão, Coreia do Sul, além do Reino Unido, foram citados por Trump como países que podem enviar navios para a região. A notícia também ressalta que o estreito movimenta cerca de 20 milhões de barris de petróleo por dia, destacando impactos potenciais nos preços globais.
Contexto e próximos passos
O texto aponta que, desde os ataques, o fluxo pelo estreito reduziu-se consideravelmente, pressionando a economia mundial. Observadores ressaltam que a situação permanece tensa e sujeita a mudanças rápidas conforme ações militares e diplomáticas evoluam. O governo britânico não detalhou planos.
Entre na conversa da comunidade