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Bolsonaro permanece estável, mas pioram resultados de exames, diz nota médica

Bolsonaro permanece estável em UTI após broncopneumonia; testes indicam piora da função renal e marcadores inflamatórios, sem previsão de alta

Brazil’s former President Jair Bolsonaro looks on from his home as Sao Paulo’s Governor Tarcisio de Freitas (not pictured) leaves after a visit in Brasilia, Brazil September 29, 2025. REUTERS/Diego Herculano
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  • Bolsonaro, 70 anos, permanece estável na Unidade de Terapia Intensiva do hospital DF Star, em Brasília, após diagnóstico de broncopneumonia.
  • Ex-presidente continua recebendo tratamento que inclui antibióticos, hidratação venosa, fisioterapia respiratória e motora, e medidas preventivas contra trombose venosa.
  • Segundo nota médica, houve piora na função renal e nos marcadores inflamatórios, sem previsão de alta hospitalar.
  • Bolsonaro foi hospitalizado na sexta-feira após episódio de broncoaspiração que desencadeou a broncopneumonia.
  • Ele cumpre pena de 27 anos pela acusação de conspirar para um golpe após a derrota na eleição de 2022; a família e os advogados já pedem prisão domiciliar, pedidos negados pela Justiça.

O ex-presidente Jair Bolsonaro permanece estável em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital em Brasília, após diagnóstico de broncopneumonia. Testes apontaram piora da função renal e aumento de marcadores inflamatórios, segundo uma nota médica.

O DF Star informou que não há previsão de alta e que Bolsonaro, de 70 anos, recebe antibiotics, hidratação venosa, fisioterapia respiratória e motora, além de medidas preventivas contra trombose. Não houve mudança no quadro divulgado.

Bolsonaro foi hospitalizado na sexta-feira após um episódio de broncoaspiração que evoluiu para broncopneumonia. Ele cumpre pena de 27 anos pela acusação de plotar um golpe após a derrota na eleição de 2022.

Contexto institucional e pedidos de liberdade

A família e os advogados de Bolsonaro tentam transferência para prisão domiciliar, desde a prisão no ano passado. O caso é administrado pela Justiça pelo ministro Alexandre de Moraes, que já negou petições anteriores.

A decisão de Moraes foi mantida por um colegiado do tribunal, segundo fontes próximas ao processo. Não houve indicação de novas medidas até o momento.

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