Em Alta NotíciasFutebolBrasileconomiaPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Advogado de Bolsonaro reforça pedido de prisão domiciliar por sintoma grave

Advogado de Bolsonaro reitera pedido de prisão domiciliar após internação com febre, vômitos e redução de oxigenação; diagnóstico ainda em avaliação

O ex-presidente Jair Bolsonaro em prisão domiciliar em setembro de 2025
0:00
Carregando...
0:00
  • Advogado de Jair Bolsonaro, Paulo Cunha Bueno, pediu novamente prisão domiciliar após o ex-presidente ser levado ao Hospital DF Star, em Brasília.
  • Bombeiros apontam suspeita de pneumonia; Bolsonaro teve febre, crises de vômito e redução significativa de oxigenação no sangue.
  • Diagnóstico ainda não fechado; avaliação está sob a responsabilidade do médico Leandro Echenique no DF Star.
  • Defesa cita decisão envolvendo Fernando Collor de Mello para justificar custódia domiciliar, mencionando precedentes de tratamento médico.
  • Condição de Bolsonaro é apresentada como mais grave pela defesa, que afirma ser necessária a recomendação médica; pedido anterior foi negado pelo ministro relator.

O advogado Paulo Cunha Bueno reiterou o pedido de prisão domiciliar para Jair Bolsonaro após o ex-presidente ser levado ao Hospital DF Star, em Brasília, nesta terça-feira, 13 de março de 2026, com suspeita de pneumonia, conforme relatos dos Bombeiros. A solicitação foi apresentada pela defesa, mantendo o foco em medidas mais brandas de custódia.

No DF Star, Bolsonaro apresentou febre, crises de vômito e redução significativa de oxigenação no sangue. O diagnóstico ainda não está fechado, e a avaliação está sob responsabilidade do médico Leandro Echenique. A defesa afirma que a situação configura sintoma grave que justifica o pedido anterior.

Comparação com caso Collor

A defesa citou decisão recente envolvendo Fernando Collor de Mello, dizendo que o ministro relator mencionou precedente em que Collor, condenado por corrupção, obteve custódia domiciliar após diagnóstico de apneia do sono e início de Parkinson.

Não se deve concluir, apenas informar, que os advogados sustentam que o quadro de Bolsonaro seria mais grave e exigem respeito à recomendação médica apresentada.

O que dizem os advogados

Segundo o advogado, o quadro atual exige avaliação cuidadosa do tratamento em comparação com outros casos, ressaltando a necessidade de manter a política pública de saúde do ex-presidente sob vigilância médica. A defesa assegura acompanhar o desenrolar do relatório médico para fundamentar a solicitação.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais