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STF impõe controle de emendas; Tesouro adota medida para rastrear

Após decisão do STF, Tesouro amplia rastreabilidade de emendas ao criar codificação específica, para identificar origem e fluxo de recursos, com impacto em 2027

Congresso aprova LDO com calendário de pagamento de R$ 13 bilhões em emendas parlamentares até as eleições de 2026. — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
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  • O Tesouro Nacional atualizou a classificação de fontes/destinações de recursos, incluindo a codificação específica Complementar Emendas Parlamentares (EP) para identificar as emendas.
  • A mudança cria novos códigos para acompanhar a origem e o fluxo de recursos em emendas, nas etapas de gestão orçamentária.
  • A portaria foi publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira, 12, e vale para a elaboração e execução dos orçamentos de 2027.
  • O governo afirma que a medida melhora a governança fiscal, a transparência e o monitoramento das despesas ligadas às emendas.
  • A atualização ocorre no contexto de decisões do Supremo Tribunal Federal que vetaram liberações de emendas irregulares e de medidas anteriores sobre o orçamento secreto.

O Tesouro Nacional atualizou a classificação de fontes ou destinações de recursos para incluir uma codificação específica que identifica as emendas parlamentares. A medida facilita o rastreio do dinheiro destinado por deputados e senadores a seus redutos eleitorais a partir do orçamento.

A portaria foi publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira, 12, pela Secretaria do Tesouro Nacional. A nova nomenclatura cria a Informação Complementar Emendas Parlamentares (EP) e acrescenta códigos de acompanhamento.

Segundo o governo, a atualização permite identificar com mais clareza a origem e o fluxo dos recursos nas várias etapas da gestão orçamentária de estados e municípios. A regra passa a vigorar para a elaboração e execução dos orçamentos de 2027.

A instituição destaca avanços na governança fiscal, melhoria na qualidade das informações das contas públicas e maior transparência na prestação de contas à sociedade. A rastreabilidade facilita o monitoramento da execução orçamentária.

A mudança ocorre em meio a decisões do STF que reforçaram controles sobre emendas, após o veto a o chamado orçamento secreto. Em 2024, foram suspensos 4,2 bilhões de reais em emendas, segundo o governo.

O tribunal também proibiu a liberação de emendas de alguns parlamentares no fim de 2024 e, neste ano, vetou a destinação de recursos a organizações do terceiro setor ligadas a parentes de parlamentares e assessores.

Contexto e impacto

  • A nova regra impactsa a preparação do orçamento para 2027 e a execução das emendas ao longo de 2026.
  • Estados, Distrito Federal e municípios passam a adotar a codificação EP em seus sistemas de gestão fiscal.
  • A medida visa ampliar a transparência e aprimorar auditorias públicas, segundo o Tesouro Nacional.

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