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Starmer pode enfrentar demissões após mensagens de Mandelson no WhatsApp

Nova leva de mensagens de Mandelson pode provocar novas demissões e revelar falhas no processo de nomeação, segundo fontes oficiais

Keir Starmer: ‘It was me that made a mistake, and it’s me that makes the apology.’ Photograph: Cathal McNaughton/Reuters
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  • A próxima leva de mensagens de ministros sobre Peter Mandelson pode trazer novas saídas de membros do governo.
  • Keir Starmer pediu desculpas pela forma como lidou com a nomeação de Mandelson como embaixador nos Estados Unidos.
  • Espera-se que divulgações futuras incluam comunicações informais; os documentos devem levar semanas para serem reunidos e avaliados pelo comitê de inteligência e segurança.
  • Os papéis já revelados mostram discussões entre assessores sobre Mandelson e Epstein, com investigações em curso e alguns materiais sob sigilo policial.
  • O Conservador Party pediu a Laurie Magnus que apure omissões nos documentos, enquanto críticas sobre possível encobrimento aumentam o escrutínio político.

Keir Starmer pode enfrentar novas recusas de colegas à medida que mensagens de ministros no WhatsApp entram na próxima leva de arquivos sobre Peter Mandelson. Fontes do governo asseguram que novos documentos trazem comunicações informais além das oficiais já divulgadas.

O pedido de divulgação foi feito por meio de uma moção governista após Mandelson ser dispensado do cargo de embaixador nos EUA, nove meses após a nomeação. As mensagens devem ser avaliadas pelo comitê de inteligência e de segurança para decidir o que pode ser tornad o público por questões de segurança.

A divulgação depende da coleta completa dos dados, análise do comitê e confirmação de quais itens são publicáveis. O processo envolve ministros, assessores e funcionários, inclusive pessoas que já não ocupam mais cargos no governo.

Contexto

As informações também abrangem mensagens entre o ex-secretário de saúde Wes Streeting e Mandelson, além de conversas entre o ex-chefe de gabinete de No 10, Morgan McSweeney, e o diretor de comunicação Matthew Doyle. Ambos já deixaram o governo.

Segundo a imprensa, autoridades têm avaliado a possibilidade de excluir mensagens pessoais ou de fofoca que não envolvam negócios de governo, mas reconhecem que isso pode repercutir por possível alegação de encobrimento.

Desdobramentos e próximos passos

Relatórios indicam que policiais da Metropolitan podem ter restrições quanto a mensagens sobre Mandelson, com algumas respostas ainda não tornadas públicas. Mandelson nega intenção de enganar o premiê, segundo fontes, e o governo sustenta que houve falha no processo de nomeação.

O governo nega que Starmer tenha induzido o Parlamento sobre o processo de verificação ou escondido respostas já divulgadas. Em visita a Belfast, Starmer afirmou não conhecer plenamente as ligações entre Mandelson e Epstein e que novas informações levantaram novas questões.

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