- Três principais partidos de Taiwan concordaram em autorizar o governo a assinar acordos de venda de armas dos EUA para quatro pacotes, evitando ficar para trás no cronograma.
- O governo busca aprovar no parlamento US$ 40 bilhões em gasto adicional com defesa, mas a oposição alega que as propostas estão pouco claras e não aceitariam “cheques em branco”.
- As duas partes concordaram que o governo pode assinar os acordos com antecedência, mesmo se as avaliações de gasto não forem aprovadas a tempo.
- Entre os equipamentos a serem assinados estão mísseis TOW, obuses autopropulsados M109A7, mísseis Javelin da Lockheed Martin e o sistema de lançamento múltiplo de foguetes HIMARS; o prazo para HIMARS expira no dia 26 de março.
- Na terça-feira, alguns deputados dos EUA expressaram preocupação com os planos estagnados, enquanto a administração Trump tem pressionado aliados a aumentar o gasto em defesa.
Taiwan, 12 de março — as três principais forças políticas do país acordaram autorizar o governo a assinar acordos com os EUA para quatro pacotes de venda de armas, após a tensionamento com prazos indicarem atraso.
O governo de Lai Ching-te buscava aprovar 40 bilhões de dólares em defesa, mas a oposição questionou a clareza das propostas. Mesmo assim, o Ministério da Defesa afirmou que as cartas de oferta devem ser assinadas para manter a fila de produção e entrega.
representantes de ambos os lados participaram de uma reunião da comissão de assuntos estrangeiros e defesa do parlamento, e concordaram que o governo pode assinar antecipadamente, mesmo que a revisão dos gastos não tenha sido concluída.
Pacotes e prazos
Os sistemas a serem assinados incluem mísseis anti-tanque TOW, obuses autopropulsados M109A7, mísseis Javelin da Lockheed Martin e o sistema HIMARS, de foguetes múltiplos.
O ministro da Defesa, Wellington Koo, informou que a carta do HIMARS expirou em 26 de março para 82 sistemas, parte de um pacote de defesa de 11 bilhões de dólares anunciado pelos EUA.
Contexto e desdobramentos
Na véspera, 37 congressistas americanos expressaram preocupação com o andamento das aprovações em Taiwan, em meio a pressões para aumentar o gasto defensivo.
A equipe de Lai tem defendido o aumento de orçamento como uma prioridade, em linha com a postura de allied dos EUA para a região.
Reportagem de Ben Blanchard.
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