- A secretária de famílias e comunidades de NSW, Kate Washington, afirmou que não vai sair do cargo diante do aumento da pressão por uma auditoria independente sobre como o estado permitiu que uma killer convicta vivesse com duas crianças sob tutela.
- Regina Arthurell foi retirada da residência na segunda-feira, onde vivia com crianças de 12 e 14 anos, após a revelação feita pela rádio.
- O departamento abrirá uma apuração sobre supostas falhas sistêmicas que teriam permitido a permanência de Arthurell na casa, mesmo após um relatório ter sido feito em dezembro.
- Entidades de proteção à infância e partidos de oposição pedem revisão independente externa; o governo afirma que a avaliação urgente já está em curso.
- A polícia informou ter ido ao endereço em 11 de fevereiro por um incidente doméstico não envolvendo Arthurell; também há escrutínio sobre a renovação de uma ordem de supervisão estendida (ESO) que expirou em dezembro de 2024.
Oonga NSW reage a caso em que duas crianças sob custódia do Estado viveram com uma killer condenada. Regina Arthurell morava em uma casa com duas crianças de 12 e 14 anos, até ser removida na segunda-feira. A revelação levou a debates sobre falhas sistêmicas e a necessidade de apuração independente.
A ministra das Famílias e Comunidade, Kate Washington, afirmou que não pretende sair do cargo diante das pressões por uma revisão independente. Ela também confirmou que Arthurell foi retirada do lar após o relato divulgado pela imprensa na mesma semana.
Washington disse que já acompanha a avaliação em curso sobre as falhas que permitiram a convivência entre a kill a presa e as crianças, mesmo após um relato formal feito em dezembro. A secretaria da área informou que a revisão é para apurar responsabilidade de diferentes setores.
Revisão independente e atuação de autoridades
Entidades do terceiro setor apoiam a revisão externa para identificar falhas e fortalecer proteções. A Create Foundation e a Acwa destacam a importância de resultados práticos, não apenas de processos.
A polícia de NSW confirmou que o endereço recebeu atendimento em 11 de fevereiro, em caso anterior a remoção de Arthurell, sem que ela estivesse presente. A Procuradoria-Geral também está sob escrutínio por não renovar uma ordem de supervisão estendida.
O caso envolve Arthurell, transexual, condenada por dois homicídios de manslaughter e um homicídio grave, com histórico de violência. A gestão de supervisões de criminosos de alto risco está sob avaliação, com participação de diversas agências.
O premier Chris Minns afirmou que não pedirá a renúncia de Washington, destacando a dificuldade de encontrar lares seguros para crianças vulneráveis. O escritório do órgão regulador infantil informou que participará de respostas oficiais ou de investigações conforme necessário.
Entre na conversa da comunidade