- O embaixador da Iran junto às Nações Unidas, Amir Saeid Iravani, afirmou que Teerã não vai fechar o estreito de Hormuz.
- Disse que é direito inerente do Irã preservar a paz e a segurança da rota marítima, mantendo o respeito à liberdade de navegação conforme a lei do mar.
- Iravani afirmou que a situação atual não resulta do exercício legítimo de autodefesa do Irã, e sim de ações desestabilizadoras dos Estados Unidos.
- O responsável comentou as declarações do novo líder supremo, Mojtaba Khamenei, de que o “gatilho” para bloquear o estreito deve continuar a ser usado.
- Não houve resposta a comentário do secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, sobre a possibilidade de a Marinha norte-americana escoltar navios pelo estreito com coalizão internacional.
Iran não fechará o Estreito de Hormuz, afirmou o embaixador iraniano na ONU. Ele disse que a decisão não é para bloquear a passagem, mas para preservar a segurança da rota estratégica.
Em entrevista preparada, Amir Saeid Iravani ressaltou o compromisso de Irã com a liberdade de navegação, segundo a lei do mar. A situação na região, segundo ele, resulta de ações dos EUA e de instabilidade regional.
O embaixador reagiu às declarações do novo líder supremo, Mojtaba Khamenei, que afirmou que o “gatilho” de bloquear o estreito deve permanecer. Iravani afirmou que não haverá bloqueio.
Contexto regional
Também mencionou resposta a comentários do secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, que disse, à Sky News, que a Marinha dos EUA poderia escoltar navios pelo estreito, possivelmente com coalizão internacional, quando houver viabilidade militar. O comentário foi feito durante a semana.
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