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Empate entre Lula e Flávio Bolsonaro em pesquisas é alerta, diz Boulos

Boulos vê empate Lula x Flávio como alerta para a mobilização de 2026 e destaca a “guerra” de narrativas nas pesquisas

Posse de Guilherme Boulos como ministro da Secretaria-Geral da Presidência. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
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  • Guilherme Boulos, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, disse que as pesquisas que apontaram empate entre Lula e Flávio Bolsonaro servem como alerta para mobilização em 2026.
  • Segundo ele, não é para temer as sondagens, mas encará-las como combate real, afirmou que a eleição será uma batalha que exige participação de militantes e apoio nas ruas.
  • A Quaest mostrou, recentemente, empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro em 41% a 41% na simulação de segundo turno; em fevereiro, Lula tinha 43% contra 38%.
  • Boulos destacou que o resultado pode influenciar a posição do Brasil diante de pressões internacionais, especialmente dos Estados Unidos, e afirmou que a eleição de 2026 é estratégica para soberania nacional.
  • Durante evento em Aracaju, o ministro também ressaltou que militantes devem responder a provocações de adversários e manteve a posição de investigar tudo, sem se acovardar.

O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou que as pesquisas que apontaram empate entre Lula e Flávio Bolsonaro serviram como alerta para o governo sobre a mobilização necessária em 2026. A declaração ocorreu durante encontro com movimentos sociais em Aracaju, na quinta-feira 12.

Boulos criticou o que chamou de terrorismo das sondagens e tratou o pleito de este ano como uma guerra que exigirá determinação. Disse que a batalha não ficará apenas para outubro, e que é preciso mobilizar a militância para defender posições.

Uma pesquisa recente da Quaest mostrou empate de 41% a 41% entre Lula e Flávio no segundo turno, atualizando um cenário que, em fevereiro, apontava Lula com 43% e Flávio com 38%. O ministro avaliou que as sondagens ajudam a evitar salto alto entre aliados.

Contexto político e externa

Para Boulos, o resultado eleitoral pode influenciar a posição do Brasil frente a pressões internacionais, especialmente dos Estados Unidos, ao discutir soberania e geopolítica. Ele citou a ideia de priorizar a defesa de interesses nacionais.

O ministro mencionou investigações da Polícia Federal sobre o banco Master e fraudes no INSS, destacando que militantes devem responder a provocações adversárias sem recuar. Disse que a posição de Lula é permitir investigações completas.

O anúncio ocorreu no início da 8ª edição do Governo do Brasil na Rua, em Aracaju, iniciativa que aproxima políticas públicas da população. Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento Social, participou da primeira parte da agenda.

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