- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os EUA devem “terminar o trabalho” no Irã, em meio aos conflitos na região.
- Ele reconheceu que a guerra o obriga a usar “um pouco” das reservas estratégicas de petróleo dos EUA para ajudar a controlar os preços.
- Em entrevista ao Axios, Trump disse que quase não resta nada para atacar no Irã e que o conflito terminará em breve.
- Em Washington, ele afirmou que em breve haverá grande segurança no Estreito de Ormuz, e mencionou que os EUA localizaram e atacaram 28 navios minadores iranianos na área.
- O Irã afirmou ter atacado navios no Estreito de Ormuz; a crise ocorre em meio a adversidades políticas internas nos EUA e a temores de impactos econômicos globais.
No dia 11, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que os Estados Unidos devem terminar o trabalho no Irã, ao mesmo tempo em que reconheceu que a guerra pode exigir o uso de parte das reservas de petróleo do país. A fala ocorreu em Washington, com atividades em Kentucky e Cincinnati.
Em conversa com o site Axios, Trump disse que não restaria much para atacar no Irã e que o conflito pode terminar em breve, segundo a visão dele. Também afirmou que, quando quiser, fará com que pare.
Na Casa Branca, antes de viajar, o presidente citou que em breve haverá grande segurança no Estreito de Ormuz e descreveu ações contra alvos no país. Segundo relatos, as forças americanas teriam localizado e atacado um número crescente de navios minadores na região, elevando o total de 16 para 28.
Em Cincinnati, Trump explicou que a crise do petróleo desencadeada pela tensão no Estreito de Ormuz pode levar a uma redução moderada das reservas estratégicas do governo, para ajudar a estabilizar os preços. A declaração foi feita durante uma visita a uma empresa local.
Contexto regional
O Irã, por sua vez, disse ter atacado navios sob bandeira libriana e tailandesa no Estreito de Ormuz. O confronto envolve também aliados regionais e tem impacto potencial sobre a economia global, com temores de escalada.
O governo iraniano reagiu a mudanças no comando religioso, anunciando um novo aiatolá, o que gerou desdobramentos diplomáticos. Em resposta, autoridades dos EUA e de Israel discutem cenários de desenrolar do conflito.
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