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Reino Unido divulga primeiros arquivos sobre Mandelson como embaixador dos EUA

Documentos de apuração sobre Mandelson como embaixador nos EUA não aliviam críticas a Starmer; novas informações podem ainda surgir sobre Epstein

UK government agrees framework on publishing Mandelson vetting documents
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  • O governo do Reino Unido divulgou os primeiros documentos sobre a nomeação de Peter Mandelson como embaixador em Washington.
  • A publicação aumenta a pressão sobre o primeiro-ministro Keir Starmer, que enfrenta críticas pela escolha e por mudanças de posição em políticas.
  • Parte dos documentos é retida devido a investigações policiais, que ainda estão em curso.
  • Novos arquivos serão divulgados posteriormente, com alegações de que Mandelson mentiu para Starmer sobre o alcance de seu relacionamento com Epstein.
  • Mandelson deixou a Câmara dos Lordes em fevereiro por ligações com Epstein; ele foi preso no mês passado por suposto mau uso do cargo; emails do Departamento de Justiça dos EUA apontam supostas vazamentos e pagamentos a Mandelson ou a seu então parceiro.

O governo britânico tornou públicas nesta quarta-feira as primeiras mensagens sobre a nomeação de Peter Mandelson como embaixador no Washington. A divulgação ocorre em meio a investigações sobre suposta divulgação de documentos do governo ao ex-convicto Jeffrey Epstein.

A publicação dessas informações não reduz a pressão sobre o primeiro-ministro Keir Starmer, que enfrenta críticas relacionadas à nomeação e a uma sequência de recuos em políticas. O tema segue em pauta na agenda pública.

Documentos em andamento

Aliados de Starmer minimizam a importância do primeiro lote, alegando que a investigação policial em curso levou à omissão de exchanges mais reveladoras. Querem deixar claro que novas informações podem surgir com o prosseguimento do processo.

Mais documentos devem ser divulgados posteriormente, segundo a equipe de Starmer. Eles dizem que as próximas peças podem esclarecer o alcance das alegações de Mandelson sobre Epstein e o grau de intimidade com o caso.

Contexto e antecedentes

Mandelson foi ministro no governo anterior do Labour e deixou a Câmara dos Lordes em fevereiro, após ligações com Epstein. Ele foi detido no mês passado por suposta conduta imprópria no exercício do cargo.

Documentos do Departamento de Justiça dos EUA, divulgados em janeiro, apontam que Mandelson pode ter repassado documentos a Epstein e que o condenado teria registrado pagamentos a Mandelson ou ao seu ex-parceiro, hoje marido.

Mandelson afirmou não lembrar de recebimento de pagamentos. Não comentou publicamente as alegações de vazamento e não respondeu a contatos para esclarecimentos.

Relatório e edição: equipe de reportagem.

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