- O presidente Lula ainda não encaminhou ao Senado a mensagem formal com a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal.
- Aliados acreditam que a formalização depende de uma “janela política favorável” e de confiança na aprovação no Senado.
- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, tem resistência à indicação, o que fragilizou o diálogo com o Planalto.
- Messias tem feito uma peregrinação entre gabinetes e já recebeu contatos do AGU com mais de 70 senadores; a aprovação exige maioria absoluta, ou seja, 41 votos.
- Caso seja confirmado, Messias ocuparia a vaga deixada por Luís Roberto Barroso, que anunciou aposentadoria antecipada.
O presidente Lula ainda não enviou ao Senado a mensagem formal com a indicação de Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. A decisão depende de uma avaliação sobre uma janela política favorável.
Ao longo das últimas semanas, aliados do Planalto têm dito que a formalização só ocorrerá se houver confiança de que o Senado aprovará a nomeação. Essa confiança depende de avanços nas conversas entre Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
Enquanto isso, Messias segue visitando gabinetes de senadores, após receber contatos da Advocacia-Geral da União com mais de 70 parlamentares. A aprovação exige maioria absoluta, ou seja, ao menos 41 votos.
Messias, evangélico e servidor de carreira, é visto como técnico e moderado. Caso seja confirmado, ocupará a vaga de Luís Roberto Barroso, que anunciou aposentadoria antecipada em outubro do ano passado.
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