- Sete siglas são favoráveis ao fim da escala 6×1 (PT, PDT, PSB, PV, Rede, PSOL e Solidariedade); outras duas criticam (PL e União Brasil) e quatro ainda não se posicionaram (PSD, PSDB, Republicanos e MDB).
- PT e outras legendas históricas de esquerda defenderam a medida, com o tema sendo central na pauta do 8 de Março em apoio à revogação da 6×1.
- Oposição de direita critica a proposta e tenta impedir a votação; líderes do PL e União Brasil disseram que vão trabalhar para barrar ou dificultar o avanço.
- Republicanos e PSDB ainda não debateram o tema formalmente, enquanto outras siglas de centro apoiam; há deputados independentes defendendo posições próprias.
- O projeto está na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, com perspectiva de plenário até maio; a proposta reduz a semana de quarenta para quarenta horas sem mexer no salário.
O debate sobre o fim da jornada 6×1 divide o cenário político e deve ganhar destaque na campanha deste ano. A proposta está sendo discutida na Câmara, com avaliação de possível votação para até maio. A medida pretende reduzir a semana de trabalho de 44 para 40 horas.
A discussão envolve 13 das 20 siglas com representação no plenário. Sete partidos são favoráveis ao fim da escala, dois são contrários e quatro ainda não se posicionaram oficialmente. A pauta já foi citada por lideranças e em pronunciamentos de pré-candidatos.
O tema ganhou espaço após as publicações recentes e negociações entre cotas de bancada, com o governo Lula priorizando o tema e partes do espectro político avaliando impactos na economia e na produtividade. O texto tramita na Comissão de Constituição e Justiça.
O que está em jogo
Sete legendas apoiam a mudança: PT, PDT, PSB, PV, Rede, PSOL e Solidariedade. PT já externalizou o apoio e colocou o tema no centro da pauta do 8 de Março. PDT, PSB, PV e Rede também sinalizaram simpatia em debates na Câmara.
Posições de direita e centro
PL e União Brasil são contrários à medida, com crítica à possível perda de competitividade. Presidentes de ambos os partidos afirmaram que a proposta pode prejudicar a economia e o setor produtivo e pretendem impedir a votação.
O que ainda falta
Republicanos, PSDB e MDB ainda não debateram oficialmente a proposta, enquanto partidos de centro, como Solidariedade, já sinalizam voto favorável. Há deputados independentes, como o PSD, que defendem cautela.
O que dizem os pré-candidatos
Lula (PT) afirmou que é preciso construir maioria para aprovar o fim da 6×1, levando em conta as especificidades de cada categoria. Governadores e outros pré-candidatos destacam a necessidade de avaliar impactos na economia e na produtividade.
Como está o andamento
A Proposta de Emenda à Constituição 221/2019 está na CCJ da Câmara. O texto, que reduziria a jornada para 40 horas, já obteve economia de tramitação e aguarda votação em plenário. A avaliação envolve impactos da indústria e do setor de serviços.
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