- O ex-chefe de inteligência Dennis Richardson pediu demissão sem explicação do processo da comissão real sobre antisemitismo e o ataque de Bondi, apenas duas semanas após a abertura das audiências.
- A comissária Virginia Bell divulgou nota anunciando a saída surpresa de Richardson do cargo de consultor especial da investigação.
- Richardson havia sido contratado pelo governo de Anthony Albanese para revisar rapidamente as agências de inteligência após o ataque de 14 de dezembro, que deixou 15 mortos.
- O trabalho dele foi integrado ao mandato da comissão real, que passou a investigar antisemitismo e coesão social em âmbito nacional.
- A comissão informou que o relatório intermediário está “bem adiantado” e que os demais membros da equipe de Richardson, Tony Sheehan e Peter Baxter, continuam para concluir o relatório intermediário; o relatório final fica para 14 de dezembro de 2026.
Dennis Richardson renuncia da comissão real sobre antisemitismo e ataque de Bondi, após apenas duas semanas desde a oitiva de abertura. O ex-chefe de espionagem deixou o cargo de assessor especial sem explicação, nesta quarta-feira à noite, segundo comunicado da presidente da comissão, Virginia Bell.
Bell afirmou que o trabalho já realizado segue adiante e que Richardson estava especialmente qualificado para orientar o material a ser solicitado às agências de inteligência e segurança. Seu papel era avaliar a eficácia da preparação e da resposta a um possível ataque terrorista.
Richardson havia sido contratado pelo governo de Albanese para uma revisão rápida das agências de inteligência após o ataque de 14 de dezembro, que deixou 15 mortos e dezenas de feridos. O objetivo original era subsidiar o relatório intermediário da comissão.
Desligamento de Richardson
A presidente Bell informou que o andamento do relatório intermediário segue avançado. Os demais membros da equipe de Richardson, Tony Sheehan e Peter Baxter, permanecem na comissão para concluir esse estágio.
A comissão real foi ampliada para uma investigação nacional mais ampla sobre antisemitismo e coesão social, a partir da pressão pública sobre o governo. O relatório final está previsto para 14 de dezembro de 2026. Richardson não comentou o ocorrido quando procurado.
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