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Deputados e familiares homenageiam Marielle na Câmara e citam condenação histórica

Sessão na Câmara destaca condenação histórica dos mandantes do crime no STF, apontando avanço na responsabilização e no legado de Marielle

Grupo prestou homenagem a Marielle Franco na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (11) — Foto: Luiz Felipe Barbiéri/g1
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  • Câmara realizou sessão solene em memória de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, três dias antes de completarem oito anos dos crimes.
  • STF condenou, em 25 de fevereiro, os mandantes do atentado, incluindo dois agentes públicos, a penas maiores de prisão.
  • A massiva condenação foi apresentada como histórica pelos participantes da cerimônia, destacando o legado de Marielle.
  • Famílias e sobreviventes defenderam que a condenação abre caminho para responsabilização de estruturas que permitiram violência política.
  • Participantes ressaltaram o impacto da decisão na luta contra o feminicídio político e na memória de Marielle e Anderson.

A Câmara dos Deputados realizou nesta quarta-feira uma sessão solene em memória de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, assassinados em 14 de março de 2018. O ato ocorreu três dias antes de completarem oito anos.

Participaram ministras, assessora sobrevivente do atentado e familiares das vítimas. A condenação histórica dos mandantes do crime pelo STF foi lembrada como marco de responsabilização.

Condenação histórica no STF

A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, destacou que o país precisa permitir que mulheres alcancem e permaneçam em espaços de poder. Agatha Arnaus Reis, viúva de Anderson Gomes, afirmou que a condenação abre espaço para responsabilização de estruturas.

Fernanda Chaves, sobrevivente, disse que crimes como os cometidos contra Marielle não serão tolerados. A vereadora Mônica Benício lembrou que a justiça é devida aos familiares e à sociedade.

Taliria Petrone, autora do requerimento, ressaltou que agentes públicos envolvidos com milícias receberam 76 anos de prisão. A ministra interina das Mulheres, Eutália Barbosa, afirmou que Marielle permanece como memória viva da luta por justiça.

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