- Austrália fechou as embaixadas em Abu Dhabi e Tel Aviv, além do consulado em Dubai, na última semana.
- Pelo menos nove cidades com missões australianas sofreram ataques com mísseis e drones.
- A ministra das Relações Exteriores, Penny Wong, afirmou que ataques de represália do Irã continuam em grande escala e com profundidade sem precedentes.
- O governo australiano espera que o conflito se intensifique e permaneça ativo no curto prazo.
- Dependentes de diplomatas no Emirados Árabes Unidos e em Israel foram orientados a deixar a região; já foram registrados mais de três mil e duzentos retornos de australianos em dezoito voos comerciais, enquanto cerca de 115.000 estavam no Oriente Médio quando o conflito começou.
Australia encerrou as operações de seus consulados em Dubai e Tel Aviv, além de fechar as embaixadas em Abu Dhabi. A medida foi anunciada nesta quarta-feira pelo ministro das Relações Exteriores, em meio a receios de que o conflito no Oriente Médio se intensifique.
Segundo o ministério, ao menos nove cidades onde há representações australianas foram alvo de ataques com mísseis e drones. A autoridade afirmou que as ações de retaliação pelo Irã vêm ocorrendo em escala e profundidade sem precedentes.
O chanceler afirmou que o conflito deve intensificar no curto prazo e continuar nos próximos dias. Em Abu Dhabi, Dubai e Tel Aviv as missões precisaram fechar fisicamente na última semana.
Além disso, a Austrália orientou a saída de dependentes de representantes diplomáticos dos Emirados Árabes Unidos e de Israel. As autoridades destacam que ataques perigosos colocam vidas civis em risco.
Mais de 3.200 australianos retornaram do Oriente Médio em 23 voos comerciais. Estima-se que cerca de 115 mil cidadãos australianos estavam na região quando o conflito começou.
Wong ressaltou que a Austrália mantém apoio aos moradores afetados, com esforços consulares ampliados e restrições de viagens supervisionadas enquanto voltam a operar voos comerciais de forma limitada.
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