- O partido Novo anunciou a deputada federal Adriana Ventura como candidata à vaga de ministra do Tribunal de Contas da União (TCU).
- Ela disputará a cadeira deixada pelo ministro Aroldo Cedraz contra os deputados Odair Cunha (PT-MG) e Hélio Lopes (PL-RJ).
- Ventura integra a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS e votou pela quebra dos sigilos de Fábio Luís Lula da Silva, medida derrubada pelo Supremo Tribunal Federal.
- Odair Cunha tem apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta; Hélio Lopes busca a vaga pela maior bancada da Casa; o PSD indicará Hugo Leal.
- A aposentadoria de Cedraz ocorre em contexto de maior protagonismo do TCU, que acompanha a liquidação do Banco Master pelo Banco Central, com o ministro Jhonatan de Jesus como relator.
O Novo anunciou nesta terça-feira (10) que Adriana Ventura, deputada federal por São Paulo, está pré-cselecionada para concorrer à vaga de ministra do Tribunal de Contas da União (TCU). A vaga é destinada a substituir o ministro Aroldo Cedraz, com a disputa entre Odair Cunha (PT-MG) e Hélio Lopes (PL-RJ). A definição ocorre em meio a cobranças sobre o papel do TCU na fiscalização de recursos públicos.
Ventura integra a CPMI do INSS e participou da votação para abrir sigilos de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. A tentativa de quebra foi derrubada pelo STF, sob a condução de Flávio Dino. O cenário interno no Congresso mostra alinhamentos e oposições aos nomes apresentados para a vaga. Odair Cunha conta com apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta, e Hélio Lopes busca fortalecer a bancada atual.
O afastamento de Cedraz ocorre em meio ao maior protagonismo do TCU na fiscalização da liquidação do Banco Master pelo BC. O relator da auditoria é o ministro Jhonatan de Jesus. O interesse do caso envolve impactos institucionais e a atuação do tribunal no acompanhamento de políticas públicas.
Contexto
Paralelamente, o pai de Jhonatan, o senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR), foi indicado para o cargo de conselheiro do TCE de Roraima. A mudança reforça o atual movimento de influências ligadas ao TCU e a cortes de contas estaduais.
Outros desdobramentos
O TCU analisa um pedido de afastamento cautelar do presidente do IBGE e uma representação contra o STF por supostos abusos na condução de inquéritos. Em contrapartida, a Corte apura acessos a dados de ministros e familiares por servidores da Receita Federal.
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