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Mike Johnson se recusa a condenar comentários anti-muslim de republicanos

Johnson evita condenar comentários islamofóbicos de colegas, citando tom e contexto, enquanto democratas pedem responsabilização de Ogles e Fine

Mike Johnson said: ‘The demand to impose sharia law in America is a serious problem. That’s what animates’ the Islamophobic comments.
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  • O presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Mike Johnson, disse na terça-feira que não condenaria publicamente deputados republicanos com comentários islamofóbicos, afirmando ter chamado eles sobre o “tom” das falas.
  • Johnson afirmou ter conversado com “todos os membros” sobre tom e mensagem, destacando que há energia no país e que a ideia de impor a sharia é um problema sério, sem detalhar quem defende isso.
  • O exaumento de críticas veio após o republicano Andy Ogles classificar muçulmanos como não pertencentes à sociedade americana e defender a deportação do prefeito de Nova York, Zohran Mamdani.
  • O líder democrata no Congresso, Hakeem Jeffries, chamou Ogles de “palhaço maligno” e “mentiroso patológico” e pediu que Johnson disciplicasse o congressista; Jeffries também condenou Randy Fine, que já fez comentários islamofóbicos.
  • Randy Fine já sugeriu, em redes sociais, que entre muçulmanos e cães “a escolha não é difícil”; Jeffries solicitou que Johnson responsabilizasse os membros envolvidos.

Mike Johnson, presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, manteve posição de não condenar publicamente falas islamofóbicas de dois colegas republicanos, afirmando apenas ter tratado o tema do tom em conversas com os membros. A declaração ocorreu durante a reunião de equipe do Partido Republicano, em Doral, Flórida.

Ogles, de Tennessee, publicou um comentário considerado islamofóbico em redes sociais, dizendo que muçulmanos não pertencem à sociedade americana e pedindo a deportação de Zohran Mamdani, prefeito de Nova York e muçulmano naturalizado. Fine, da Flórida, fez postagens com comparações duras entre muçulmanos e cães.

A bancada democrática reagiu com críticas duras. Hakeem Jeffries, líder da minoria, pediu que Johnson discipline Fine e denunciou Ogles como alvo de denúncias públicas. Jeffries também enfatizou a necessidade de responsabilização dos membros que promovem discurso de ódio.

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