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Home Office não concede isenção a estudantes excepcionais de regras de imigração

Governo britânico suspende vistos de estudo para Afeganistão, Camarões, Mianmar e Sudão, encerrando exceção para bolsistas Chevening e gerando preocupação com mulheres vulneráveis

The home secretary, Shabana Mahmood, suspended student visas for applicants from Afghanistan, Cameroon, Myanmar and Sudan earlier in March, and existing applications were terminated.
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  • O Ministério do Interior rejeitou o apelo do secretário de Relações Exteriores para manter uma exceção para estudantes Chevening, programa financiado pelo governo para master’s no Reino Unido.
  • A secretária de Interior, Shabana Mahmood, recusou as propostas do Foreign Office de manter a carve-out para as Chevening scholars.
  • A secretária do Foreign Office, Yvette Cooper, expressou preocupação com o impacto dessa decisão sobre mulheres vulneráveis em Afeganistão e Sudão.
  • Na semana passada, o governo suspendeu vistos de estudante para Afeganistão, Camarões, Mianmar e Sudão; todas as candidaturas Chevening pendentes foram canceladas.
  • Críticos afirmam que a alegação de abuso de vistos é exagerada; por exemplo, 120 sudaneses solicitaram asilo no ano até setembro.

O Ministério do Interior rejeitou um recurso da secretária de Relações Exteriores, Yvette Cooper, que buscava preservar uma exceção para as bolsas Chevening diante de alterações no sistema de imigração do Reino Unido. A decisão foi confirmada pelo Guardian com base em fontes oficiais.

Shabana Mahmood, secretária do Interior, negou propostas do Foreign Office para manter uma exceção para as bolsas Chevening, programa do governo para estudantes excepcionais. O objetivo era permitir que algumas teses excepcionais estudem em universidades britânicas.

Cooper expressou preocupação com o impacto da decisão sobre mulheres vulneráveis em países com crises, como Afeganistão e Sudão. O tema ganha apoio dentro do Partido Trabalhista, que valoriza a passagem de mais de 1.000 graduados por ano por universidades britâncas.

Na semana passada, o governo suspendeu vistos de estudantes de Afeganistão, Camarões, Mianmar e Sudão, alegando uso indevido do sistema de migração. Todos os cadastros Chevening desses países foram cancelados, com a informação de término de candidaturas.

Um porta-voz do Home Office afirmou que rotas de estudo são amplamente exploradas, o que motivou a suspensão de quatro países. As autoridades destacaram aumento de pedidos de asilo desses nacionais entre 2021 e 2025.

Críticos apontam que a alegação de exploração de vistos é enganosa, citando números baixos de pedidos de asilo. Por exemplo, em Sudão, apenas 120 estudantes buscaram asilo no período até setembro, segundo fontes.

Países com conflitos ativos, como Sudão, Camarões e Mianmar, têm contextos variados de crise humanitária. Afeganistão vive situação grave desde a tomada do poder pelo Talibã em 2021, após a retirada de forças ocidentais.

A deputada trabalhista Jan Royall manifestou preocupação no Parlamento com a suspensão de vistos estudantis, citando relatos de docentes que associam a medida à repressão educacional para mulheres afegãs. Royall também criticou mudanças na política de migração.

A mudança acontece em meio a lutas internas do Partido Trabalhista, que busca responder a perdas eleitorais recentes e à pressão de enfrentar a concorrência de outros grupos sobre políticas de imigração e refúgio.

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