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Trump avança com ofensiva de imigração liderada por Stephen Miller

Trump avança com endurecimento da imigração, com Stephen Miller à frente e Markwayne Mullin indicado para chefiar o Departamento de Segurança Interna, mantendo linha dura

White House Deputy Chief of Staff Stephen Miller walks as U.S. President Donald Trump returns to the White House, after Israel and the U.S. launched strikes on Iran, in Washington, D.C., U.S., March 1, 2026.
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  • Trump deve seguir com a ofensiva migratória, liderada por Stephen Miller e pelo indicado a secretário de Segurança Nacional, o senador Markwayne Mullin, de Oklahoma.
  • Kristi Noem foi demitida da pasta de Segurança Interna após controvérsias sobre táticas de fiscalização e contratos governamentais.
  • Miller permanece no controle da pauta migratória; Mullin é visto como alinhado à linha de Trump.
  • Um porta-voz da Casa Branca afirmou que Miller ajuda a coordenar várias áreas, incluindo combate ao tráfico e políticas de imigração, visando implementar a agenda do presidente.
  • Os republicanos têm maioria estreita no Congresso e a popularidade da estratégia de imigração caiu nos últimos meses, com democratas pedindo mudanças nas táticas.

O presidente dos EUA, Donald Trump, deve manter a ofensiva de endurecimento migratório orientada pelo assessor Stephen Miller e pelo indicado ao DHS, o senador Markwayne Mullin, conforme relatos de atuais e ex-funcionários e congressistas. A estratégia permanece alinhada à agenda de Trump.

Miller, vice-chefe de gabinete da Casa Branca e articulador da agenda migratória, continua com controle sobre a pauta, segundo fontes. Mullin é visto como alinhado às propostas de fronteira e deportação defendidas pelo republicano.

Trump demitiu a atual chefe do Departamento de Segurança Interna, Kristi Noem, em meio a controvérsias sobre a atuação de autoridades federais e contratos governamentais. A decisão ocorreu após meses de críticas internas e externas.

A avaliação entre os participantes é de que a demissão não reflete apenas a agenda restritiva, mas também a forma de implementação. A Casa Branca afirma que Miller coordena uma ampla gama de temas, incluindo operações anti-cartel.

Mullin, de Oklahoma, é visto como o principal nome para a pasta de DHS, com foco em segurança de fronteira. O senador sustenta posição firme sobre deportações e apoio à reforma migratória defendida por Trump.

A presidência não respondeu a pedidos de comentário sobre a situação. O DHS também não comentou sobre o andamento da transição ou sobre novas diretrizes de atuação.

Historicamente, Trump venceu as eleições de 2024 com promessa de evitar a imigração ilegal. O tema segue sendo relevante para o Partido Republicano, mesmo diante de recuos de apoio a táticas mais agressivas, segundo pesquisas recentes.

Na prática, autoridades federais têm sinalizado continuidade de ações, com cautela para evitar ações de alto impacto público. A imprensa acompanha a evolução da composição do DHS e o ritmo de execuções das políticas.

O cenário político no Congresso permanece com maioria republicana apertada, e as próximas eleições de meio de mandato podem influenciar a viabilidade de medidas duras sobre imigração. A discussão continua em pauta pública e privada.

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