- Trump deve seguir com a ofensiva migratória, liderada por Stephen Miller e pelo indicado a secretário de Segurança Nacional, o senador Markwayne Mullin, de Oklahoma.
- Kristi Noem foi demitida da pasta de Segurança Interna após controvérsias sobre táticas de fiscalização e contratos governamentais.
- Miller permanece no controle da pauta migratória; Mullin é visto como alinhado à linha de Trump.
- Um porta-voz da Casa Branca afirmou que Miller ajuda a coordenar várias áreas, incluindo combate ao tráfico e políticas de imigração, visando implementar a agenda do presidente.
- Os republicanos têm maioria estreita no Congresso e a popularidade da estratégia de imigração caiu nos últimos meses, com democratas pedindo mudanças nas táticas.
O presidente dos EUA, Donald Trump, deve manter a ofensiva de endurecimento migratório orientada pelo assessor Stephen Miller e pelo indicado ao DHS, o senador Markwayne Mullin, conforme relatos de atuais e ex-funcionários e congressistas. A estratégia permanece alinhada à agenda de Trump.
Miller, vice-chefe de gabinete da Casa Branca e articulador da agenda migratória, continua com controle sobre a pauta, segundo fontes. Mullin é visto como alinhado às propostas de fronteira e deportação defendidas pelo republicano.
Trump demitiu a atual chefe do Departamento de Segurança Interna, Kristi Noem, em meio a controvérsias sobre a atuação de autoridades federais e contratos governamentais. A decisão ocorreu após meses de críticas internas e externas.
A avaliação entre os participantes é de que a demissão não reflete apenas a agenda restritiva, mas também a forma de implementação. A Casa Branca afirma que Miller coordena uma ampla gama de temas, incluindo operações anti-cartel.
Mullin, de Oklahoma, é visto como o principal nome para a pasta de DHS, com foco em segurança de fronteira. O senador sustenta posição firme sobre deportações e apoio à reforma migratória defendida por Trump.
A presidência não respondeu a pedidos de comentário sobre a situação. O DHS também não comentou sobre o andamento da transição ou sobre novas diretrizes de atuação.
Historicamente, Trump venceu as eleições de 2024 com promessa de evitar a imigração ilegal. O tema segue sendo relevante para o Partido Republicano, mesmo diante de recuos de apoio a táticas mais agressivas, segundo pesquisas recentes.
Na prática, autoridades federais têm sinalizado continuidade de ações, com cautela para evitar ações de alto impacto público. A imprensa acompanha a evolução da composição do DHS e o ritmo de execuções das políticas.
O cenário político no Congresso permanece com maioria republicana apertada, e as próximas eleições de meio de mandato podem influenciar a viabilidade de medidas duras sobre imigração. A discussão continua em pauta pública e privada.
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