- Fema e Fundo de Gestão de Desastres: Kristi Noem foi demitida do cargo de secretária de Segurança Interna na quinta-feira, com colegas da agência elogiando a saída.
- Críticas à gestão: funcionários atuais e ex-Fema dizem que Noem micromanagement e cortes ameaçaram a capacidade de resposta e financiamento a estados e comunidades.
- Impactos operacionais: políticas que exigiam aprovação pessoal de Noem para despesas acima de cem mil dólares atrasaram operações de resgate e serviços de emergência durante enchentes no Texas.
- Despesas e reestruturação: Noem-havera buscado eliminar milhares de funcionários da FEMA e atrasos bilionários em reembolsos de desastres, com backlog estimado em dezessete bilhões de dólares.
- Sucessor e reação: o novo secretário interino seria Markwayne Mullin; o ex-presidente Donald Trump defendeu Noem publicamente e a transferiu para outra função, enquanto a reação entre funcionários da FEMA variou entre otimismo cauteloso e ceticismo.
O governo dos Estados Unidos anunciou na quinta-feira a demissão da secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, pelo presidente Donald Trump. A decisão encerra um mandato controverso que envolveu mudanças na gestão da FEMA, agência responsável por resposta a desastres.
Funcionários atuais e ex-Funcionários da FEMA disseram ter recebido a demissão com alívio. A remoção ocorreu após Noem assumir o cargo no início de 2025 e exigir controle direto sobre contratações e despesas da agência, elevando críticas sobre a condução de políticas de resposta a emergências.
Contexto e motivações
Críticos afirmam que o estilo de liderança de Noem reduziu a capacidade da FEMA e retardou ações de financiamento a estados, comunidades e projetos de recuperação. Acusações destacam uma gestão excessiva de gastos acima de certos limites e boa parte do orçamento ficou sob avaliação.
Impactos operacionais recentes
Relatos internos apontam atrasos em operações de busca e resgate e contratos de centrais de atendimento que teriam ficado indisponíveis ou vencidos. A médica alegação é de que decisões administrativas atrasaram a resposta a desastres, incluindo enchentes no Texas.
Situação financeira da FEMA
Além disso, houve suspensão de bilhões de dólares em reembolsos de desastres sob a gestão de Noem. A imprensa destacou um acúmulo de pagamentos pendentes que atingiu volumes expressivos, elevando preocupações sobre agilidade de apoio a Estados e comunidades.
Substituição e próximos passos
O presidente Trump indicou Markwayne Mullin, senador de Oklahoma, como substituto de Noem. Observadores destacam a possibilidade de ajustes na governança da FEMA com a mudança de liderança, apesar de questionamentos sobre resultados imediatos.
Reações internas
Staffers descrevem um ambiente de cansaço e desmotivação entre profissionais de FEMA durante o mandato de Noem. Com a saída, há expectativa de reposicionamento e retomar a confiança entre gestores estaduais e locais.
Perspectivas de futuro
Dirigentes ligados à FEMA ressaltam a necessidade de reconstruir relações institucionais e retomar a eficiência na resposta a emergências. A expectativa é de que Mullin traga maior transparência e responsabilidade na gestão dos recursos.
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