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Bar da Flórida afirma ter dito que investigava procurador nomeado por Trump

Bar da Flórida corrige: não há investigação ética contra Lindsey Halligan; monitoramento do processo permanece ligado à queixa da Campaign for Accountability

Lindsey Halligan speaks as Donald Trump signs executive orders in the Oval Office of the White House.
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  • A barra da Flórida afirmou que não há investigação ética em curso contra Lindsey Halligan, conforme comunicado apresentado na sexta-feira.
  • Anteriormente, uma carta de fevereiro da entidade à Campaign for Accountability dizia haver uma investigação pendente sobre Halligan.
  • A Campaign for Accountability questionou supostos desvios éticos durante o trabalho de Halligan para a administração Trump; a carta da barra dizia que havia uma investigação em andamento, depois corrigido.
  • Halligan foi nomeada substituta do procureur dos Estados Unidos no distrito leste da Virgínia e supervisionou casos contra Letitia James e James Comey, os quais foram rejeitados pelo juiz federal Cameron Currie, que considerou a nomeação ilegal.
  • O caso envolve questionamentos sobre admissibilidade de nomeações temporárias de procuretores e a possibilidade de sanções éticas caso haja comprovação de irregularidades.

A Ordem dos Advogados da Flórida afirmou, em fevereiro, que estava investigando Halligan por questões éticas, em meio a uma denúncia pela Campaign for Accountability. Em seguida, a própria entidade disse que houve erro na divulgação da investigação, e que não há apuração pendente.

Segundo a OAB da Flórida, o que ocorre é o monitoramento das ações legais que sustentam a queixa apresentada pela Campaign for Accountability, conforme prática comum. A entidade informou que não há investigação ética em andamento contra Lindsey Halligan.

Halligan foi nomeada interim US attorney pelo governo de Donald Trump e atuou no distrito leste da Virgínia. Ela supervisionou acusações contra Letitia James e James Comey, casos de alto teor político que foram alvo de críticas e, posteriormente, de rejeição judicial.

O caso ganhou contornos após a proposta do Departamento de Justiça de intervir em investigações disciplinares conduzidas por ordens estaduais contra seus funcionários. A ideia era permitir revisão do doj antes de mudanças, sem obrigar pausas nos inquéritos estaduais.

A Campaign for Accountability sustenta que a nomeação de Halligan foi irregular, o que, segundo a ONG, violaria regras éticas. A entidade informou ter encaminhado a questão à OAB da Virgínia e à Flórida, buscando esclarecimentos sobre o status do procedimento.

Kuppersmith, diretora executiva da ONG, afirmou que a veracidade da atualização da OAB da Flórida precisa de explicação, já que houve apontamentos de conduta potencialmente ética questionável. Não houve retorno imediato de Halligan sobre o caso.

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