- Donald Trump afirmou, em entrevista ao Politico, que Zelensky deve fechar um acordo para encerrar o conflito, dizendo que Putin está disposto a chegar a um acordo.
- O ex-presidente disse que Zelensky não tem as cartas na mão e está em posição fraca, o que exigiria concessões.
- Trump já tinha criticado o apoio dos EUA à Ucrânia e revelou admiração por Putin, a quem teria convidado para o Alasca no passado.
- Os comentários ocorrem em meio a ataques russos na Ucrânia e a participação dos EUA em ações regionais envolvendo Israel e Irã.
- Desde janeiro de 2025 no poder, Trump reiterou a promessa de pôr fim ao conflito, reconhecendo, porém, dificuldades para atingir esse objetivo.
Donald Trump voltou a sugerir que o conflito na Ucrânia pode terminar com um acordo entre Kiev e Moscou. Em entrevista à Politico, ele afirmou que Volodymyr Zelensky deve avançar com negociações, lembrando que Vladimir Putin estaria disposto a fechar um acordo. Segundo Trump, Zelensky não tem as cartas na mão.
O ex-presidente dos EUA reforçou que, na sua leitura, a posição de Zelensky é fraca e exige concessões. Ele repetiu que o apoio americano à Ucrânia é desperdiçado e que, em sua avaliação, Putin é quem tem condições de negociar.
Trump retomou temas de teses já defendidas anteriormente, incluindo uma crítica ao peso do suporte de Washington ao governo ucraniano. Suas declarações coincidirem com uma fase de maior atuação de Washington em meio a tensões com a Rússia.
As declarações foram feitas em meio a notícias de que Trump se aproxima de decisões sobre a condução da política externa dos EUA, ainda sem anunciar medidas duras contra a Rússia. Ele diz que o objetivo é encerrar o conflito na Ucrânia.
Enquanto isso, a Rússia mantém ataques em território ucraniano. As ações de Moscou seguem sob observação internacional, com análises sobre possíveis impactos de uma negociação mais rápida entre as partes.
No front interno, Trump também tem sinalizado mudanças na estratégia em relação a aliados e adversários, em meio a debates sobre o papel dos EUA no conflito. O timing e as consequências de qualquer acordo permanecem incertos.
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