- Em novembro de 2024, o presidente eleito Donald Trump anunciou Kristi Noem como secretária de Segurança Interna, destacando firmeza na imigração e enforcement mais duro na fronteira.
- Em 25 de janeiro de 2025, Noem foi confirmada pelo Senado e tomou posse, ingressando rapidamente em operações federais de imigração, incluindo perímetros de raids em Nova York.
- No início de 2025, houve medidas de endurecimento: fim de proteções temporárias para grupos migrantes específicos, com suspensão de status para venezuelanos e, posteriormente, revogações para cubanos, haitianos e nicaraguenses.
- Em abril de 2025, surgiram controvérsias sobre deportações, incluindo o caso de Kilmar Ábrego García, acusado de ser enviado por engano a uma prisão na El Salvador, com debates sobre reincursos e detenção; também houve críticas à transparência de Noem sobre recursos e pagamentos.
- Entre fevereiro e março de 2026, houve intensificação de investigações no Congresso, pressão bipartidária e críticas a campanhas publicitárias de quase duzentos e vinte milhões de dólares; em 5 de março de 2026, Trump demitiu Noem, anunciando substituição por Markwayne Mullin.
Kristi Noem assumiu a direção do Departamento de Segurança Interna (DHS) sob críticas ao longo de 2025 e início de 2026, com foco em uma repressiva política de imigração. A nomeação ocorreu após apoio de Donald Trump para uma gestão dura na matéria.
Noem foi anunciada como secretária em novembro de 2024 e confirmou o cargo em janeiro de 2025, depois de deixar o governo de Dakota do Sul. Logo, integrou operações federais de imigração, incluindo ataques a migrantes sem documentos em Nova York.
Controvérsias e políticas de imigração
Entre as primeiras ações, houve a revogação de proteções temporárias para centenas de milhares de migrantes. A extensão de status de protegidos para venezuelanos foi encerrada, seguida pela suspensão de proteções para cubanos, haitianos, nicaraguenses e venezuelanos.
Deportações e controvérsias legais
Conflitos surgiram com casos de deportações e campanhas de divulgação financiadas por recursos públicos. Noem gerou oposição ao descrever cidadãos mortos em Minneapolis como envolvidos em terrorismo doméstico, afirmação contestada por análises independentes e autoridades estaduais.
Crises em 2025 e 2026
Em 2025, a atuação da ICE ganhou maior presença e incentivo a novos recrutamentos, acompanhado de denúncias sobre gastos e transparência. A imprensa informou sobre uso de campanhas de marketing associadas à gestão, elevando o escrutínio sobre contratos e priorização de políticas.
Minneapolis e desdobramentos
Em janeiro de 2026, incidentes em Minneapolis resultaram na morte de dois cidadãos durante operações de imigração. As famílias protestaram; autoridades defenderam a atuação dos agentes. As declarações de Noem sobre o episódio geraram reação de oposição e pedidos de apuração.
Desfecho institucional
Em fevereiro e março de 2026, Noem enfrentou audiências no Congresso sobre táticas de fiscalização, orçamento e conduta da DHS. Circulou a publicação de contratos de publicidade pelo DHS e questionamentos sobre possível relação pessoal com um ex-assessor.
Saída de Noem e substituição
Em 5 de março de 2026, Trump anunciou a demissão de Noem. O suplente indicado para substituí-la, Markwayne Mullin, começaria em 31 de março, sujeita à aprovação do Congresso. A turbulência marcou uma das pautas mais controversas da gestão.
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