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Alckmin deixa ministério em abril, continua como vice de Lula

Alckmin permanece como vice e não renuncia ao ministério; candidatura em São Paulo depende de acordos políticos e da definição da chapa

O vice-Presidente da República e Ministro, Geraldo Alckmin
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  • Alckmin diz que deixará o ministério em abril para concorrer em São Paulo; pela Constituição, o prazo de descompatibilização é de seis meses antes do pleito, mas como vice ele não precisaria sair.
  • Hoje, o vice-presidente afirmou que continua no cargo; se quiser concorrer, não pode assumir a Presidência nos seis meses anteriores ao pleito; caso assuma, torna-se inelegível.
  • O presidente Lula ainda não definiu se Alckmin sai; há sinalização de que ele só deixaria o cargo se quiser, mas há pressão para que encampe a eleição paulista.
  • Embora improvável, petistas não descartam que Alckmin dispute o Senado; Haddad deve concorrer ao governo paulista, e as ministras Simone Tebet e Marina Silva também são cotadas ao Legislativo.
  • O cenário depende da definição da chapa em São Paulo; a oficialização junto à Justiça Eleitoral deve ficar para o segundo semestre.

O vice-presidente da República e ministro Geraldo Alckmin afirmou que deixará o Ministério em abril, mas segue ocupando o cargo de vice. Pela Constituição, ele precisa cumprir o prazo de descompatibilização de seis meses antes das eleições, marcadas para 4 de outubro, o que, para a chapa, não exigiria saída do cargo de vice, mesmo em caso de candidatura.

Nesta terça-feira, Alckmin disse que continuará como vice, caso decida disputar outros cargos não poderá atuar na Presidência se Lula estiver ausente. Advogado eleitoral explica que, mesmo sem renunciar, ele fica inelegível se assumir a Presidência nos próximos meses.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda não definiu oficialmente quem ficará na chapa para 2026. No Planalto, há registro de pressões para que Alckmin apoie a campanha de São Paulo, estado que ele governou por quatro mandatos, mas a decisão não está tomada.

Há conversa sobre cenários além da reeleição de Lula. A expectativa é de que Fernando Haddad seja candidato ao governo de São Paulo, e há especulações sobre possíveis nomes para o Senado. Entre aliados, outros nomes do PT e de siglas da base são citados para compor o Legislativo.

A estratégia de lançar Alckmin envolve manter o eleitorado de centro e ampliar negociações com partidos de centro. Traços no entorno de Lula indicam que o ex-governador tem apelo político relevante, mas resta avaliar a viabilidade e o timing da eventual candidatura.

Apesar das sinalizações positivas, a rejeição à ideia de pressões para a definição da chapa persiste entre grupos do centrão. MDB e PSD, com cadeiras no governo, mostraram resistência a abrir espaço para novas disputas, o que reduz as chances de mudanças na nova configuração.

A expectativa é que o tema seja melhor esclarecido com a definição da chapa em São Paulo, porém a confirmação oficial junto à Justiça Eleitoral deve ficar para o segundo semestre. As informações indicam um cenário em construção, sem anúncio definitivo.

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