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Presidente do PT afirma que dúvidas sobre Lulinha devem ser investigadas

Edinho Silva cobra apuração isenta de Lulinha no caso INSS; CPMI deve quebrar sigilo fiscal e Planalto acompanha o desdobramento, com potencial impacto eleitoral

O presidente do PT, Edinho Silva
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  • Edinho Silva, presidente do PT, diz que, se houver suspeitas sobre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, no caso do INSS, ele deve ser investigado; afirmou que ninguém está acima da lei.
  • A Polícia Federal aponta três menções ao nome de Lulinha nos autos; um ex-sócio de Careca do INSS alegou que ele seria sócio do lobista em projeto ligado à cannabis medicinal e teria recebido R$ 25 milhões para um negócio de “kits de dengue” e uma mesada de R$ 300 mil.
  • Edinho pediu apuração isenta e afirmou que, se não houver comprovação, deve-se tornar público que não há relação ou provas; criticou destruir pessoas apenas por denúncias.
  • Segundo reportagem do Estadão, Lulinha teria confirmado voo pago por Careca do INSS para Lisboa; a defesa não se pronuncia.
  • A CPMI do INSS deverá quebrar o sigilo fiscal de Lulinha; o presidente do Congresso negou o pedido do PT para anular a votação da comissão; o Planalto acompanha o caso, com benefício político em jogo para o governo em ano eleitoral.

O presidente do PT, Edinho Silva, pediu investigações quando houver suspeitas sobre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, ligado ao INSS. Ele disse que ninguém está acima da lei e que, se houver dúvidas, devem ser apuradas com base em evidências.

Segundo Edinho, é necessário esclarecer se há relação entre Fábio e os fatos envolvendo o INSS. Ele destacou a ideia de apuração isenta, citando a importância de a verdade vir à tona sem condenações prévias.

A PF sinalizou três menções ao nome de Lulinha nos autos de investigação. Um ex-sócio de Careca do INSS afirmou suposta participação de Lulinha em projetos de cannabis medicinal e mencionou valores pagos em negócios de dengue, além de uma suposta mesada.

Investigações em curso e desdobramentos

A reportagem do Estadão apontou que Lulinha teria confirmado viagem a Lisboa paga por Careca. A defesa não se manifestou sobre o assunto. O governo acompanha o caso de perto, sem emitir posicionamento público até o momento.

A CPMI do INSS deve decidir sobre o quebras de sigilo de Lulinha. A votação, já marcada, ocorreu após atritos entre governistas e oposicionistas. O presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, negou tento de anular a sessão de análise.

Work de bastidores

Edinho reforçou que o presidente Lula está tranquilo e que a investigação deve seguir de maneira transparente. A formalidade de apuração é vista como fundamental para evitar danos à imagem do governo em ano eleitoral.

Entretanto, aliados do Planalto avaliam que o desdobramento pode impactar a avaliação pública do governo. O tema tem sido usado por adversários como instrumento de campanha, conforme relatos de governistas e opositores.

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