- Turquia diz que está dialogando com todas as partes para acabar com a guerra no Irã e retornar às negociações, incluindo conversas com Omã.
- EUA e Israel lançaram ataques contra o Irã, ampliando o conflito regional.
- Teerã respondeu atingindo países do Golfo que abrigam bases americanas; Israel atacou alvos Hezbollah no Líbano.
- O governo turco enfatiza a importância de manter a estabilidade regional e evitar a escalada.
- O presidente Tayyip Erdogan afirmou que os ataques ao Irã são violação clara do direito internacional; Fidan advertiu sobre riscos para o comércio de energia, especialmente pelo estreito de Hormuz.
Turkey afirma estar dialogando com todas as partes para encerrar a guerra na Iran e retomar negociações, segundo o ministro das Relações Exteriores, Hakan Fidan. Ancara também mantém conversas com Oman, que busca o mesmo objetivo.
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Fidan afirmou a a imprensa turca durante um jantar de quebra do jejum do Ramadã que a Turquia realiza iniciativas sensíveis com seus interlocutores para alcançar a paz na região, destacando a importância da estabilidade no Irã e no entorno.
O chanceler disse que não existe negociação em apenas uma etapa, mas sim um processo multilayer, e que a Turquia vinha conversando com europeus nos últimos dias para incentivar ações conjuntas.
Ele mencionou que os Estados Unidos e seus aliados precisam agir com responsabilidade, enquanto observa que as nações do Golfo enfrentam uma situação grave diante da escalada.
Fidan alertou que o fechamento do Estreito de Ormuz, rota de cerca de 20% do comércio mundial de petróleo, poderia levar os EUA a buscar uma solução rápida para o conflito.
O ministro afirmou ainda que o Irã busca criar custos para EUA e parceiros ao atacar Estados do Golfo e infraestrutura energética, mas avaliou que esse caminho não conduziria aos objetivos pretendidos.
Presidência: Erdogan declarou que ataques contra o Irã violam o direito internacional, em resposta aos ataques aéreos que se ampliaram na região.
O ministro ressaltou que a região corre riscos de desestabilização, impactando o fornecimento de energia, e que a prioridade é evitar que o conflito se alastre.
Fonte: Reuters.
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