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Milei defende redução de impostos e reforma do sistema eleitoral na Argentina

Milei sinaliza reformas tributárias e alterações no sistema eleitoral, com foco em reduzir impostos e modificar o código penal

Opening session of the 144th legislative term of Congress at the National Congress building in Buenos Aires, in Buenos Aires
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  • O presidente argentino, Javier Milei, afirmou, na abertura da nova sessão do Congresso, que vai buscar a redução de impostos e reformar o sistema tributário.
  • Também disse que o governo pretende mudanças no sistema eleitoral e no código penal em 2026.
  • Na sexta-feira, o Congresso aprovou reformas trabalhistas apoiadas por Milei.
  • Críticos dizem que as mudanças facilitarão demissões por parte de empresas.
  • O apoio político resulta do bom desempenho do governo nas eleições de meio mandato de outubro.

Argentina mira mudanças fiscais e institucionais

O presidente libertário Javier Milei afirmou neste domingo, durante a abertura do novo ciclo parlamentar, que o país precisa reformar o sistema tributário e que seu governo buscará novas mudanças em 2026, incluindo ajustes no sistema eleitoral e no código penal. A mensagem foi transmitida como parte do discurso inaugural do Congresso.

Segundo Milei, o foco é reduzir impostos e promover reformas estruturais para consolidar o ajuste fiscal e a competitividade econômica, com participação direta do Poder Legislativo. O presidente reforçou que as mudanças visam ampliar o ambiente de negócios e reduzir encargos sobre empresas.

Contexto político e desdobramentos

Na sexta-feira anterior, o Congresso aprovou reformas trabalhistas apoiadas pelo governo, consideradas controversas por críticos, que dizem facilitar demissões. A medida ocorreu em meio ao fortalecimento político de Milei após os resultados das eleições parlamentares de outubro, que consolidaram sua base de apoio.

A oposição e analistas destacam que as reformas discutidas pelo governo devem ser debatidas em comissão e votadas pelo plenário, com foco em transparência, segurança jurídica e impactos sobre a força de trabalho. A agenda anunciada hoje amplia o foco na reorganização fiscal e nos marcos institucionais do país.

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