- O secretário de Defesa britânico, John Healey, não apoiou explicitamente ataques dos EUA e de Israel e disse que é tarefa dos EUA apresentar a base legal da ação.
- A liderança suprema do Irã, aiatolá Ali Khamenei, teria morrido nos ataques aéreos no sábado, conforme a mídia estatal iraniana.
- Healey afirmou à BBC que a Grã-Bretanha não participou dos ataques, mas compartilha o objetivo de que o Irã não tenha arma nuclear.
- Questionado sobre a legalidade, Healey disse que é preciso que os EUA apresentem a base legal da ação.
- Healey afirmou que o Irã está retaliando de forma cada vez mais indiscriminada, mirando aeroportos civis, hotéis e bases militares; o Reino Unido reforçou as defesas na região, com aeronaves atuando a partir de bases no Catar e em Chipre e interceptando ataques de drones.
Britain não compromete apoio direto aos ataques contra o Irã, mas afirma que a base legal cabe aos EUA. O ministro da Defesa britânico, John Healey, disse que o papel de Londres é claro: os EUA devem definir a fundamentação legal da ação realizada.
O Irã afirmou que o líder supremo Ali Khamenei foi alvo de ataques aéreos na sexta-feira, conforme a mídia estatal. Healey afirmou que o país não participou dos ataques.
Para Healey, os duros ataques representam uma resposta ao que ele descreve como ações descoordenadas do Irã. Ele destacou que o Reino Unido tem reforçado a defesa na região.
Operações e participação britânicas
Healey informou que aeronaves britânicas operam a partir de bases em Doha e Chipre, interceptando ataques de drones a bases aliadas. O governo britânico mantém sua atuação como apoio à aliança regional.
O ministro reiterou que o objetivo comum entre EUA e aliados é impedir que o Irã obtenha armas nucleares. Segundo ele, o Reino Unido está ativo em operações de defesa regional, sem participação nos ataques diretos.
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