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Reino Unido autoriza uso de bases britânicas pelos EUA para ataques ao Irã

Reino Unido autoriza uso de bases britânicas pelos EUA para ataques defensivos contra alvos iranianos, em defesa de aliados da região

Keir Starmer said the only way to stop the threat is to destroy the missiles at source, in a recorded statement on Sunday evening.
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  • Keir Starmer afirmou que o Reino Unido concordou em permitir que os EUA usem bases britânicas para ataques defensivos contra alvos de mísseis iranianos, de forma limitada.
  • O governo diz atuar na defesa coletiva de aliados regionais que solicitaram apoio.
  • Starmer informou que cerca de 200 mil britânicos no Oriente Médio estariam em regiões atingidas pelo Irã.
  • O objetivo seria destruir mísseis e lançadores na origem, para impedir ataques que coloquem civis em risco.
  • Em carta conjunta, Reino Unido, França e Alemanha disseram que podem tomar medidas para defender interesses e aliados, incluindo ações proporcionais para neutralizar a capacidade iraniana de disparar mísseis e drones.

O Reino Unido informou que autorizou os EUA a utilizarem bases militares britânicas para atacar alvos de mísseis no Irã. A confirmação foi feita em declaração gravada do primeiro-ministro, Keir Starmer, neste fim de semana. A justificativa é que a atuação do Irã tem se tornado mais arriscada e coloca vidas britânicas em risco.

Segundo o governo, a ação ocorre dentro da defesa coletiva de aliados regionais que solicitam apoio. O material oficial cita a necessidade de impedir que mísseis sejam lançados, destruindo depósitos de armazenamento e lançadores na fonte. Cerca de 200 mil britânicos estariam no Oriente Médio, conforme a fala de Starmer.

Starmer afirmou que ataques coordenados com defesa aérea já vinham interceptando ataques iranianos, com participação de jatos britânicos em operações defensivas. Em comunicado conjunto, Reino Unido, França e Alemanha disseram que podem adotar medidas proporcionais para destruir a capacidade iraniana de lançar mísseis e drones.

A posição britânica gerou controvérsia. Parte da oposição, incluindo membros do Partido Trabalhista, questionou a legalidade internacional das ações dos EUA. Lideranças dos Verdes também criticaram o caráter da ofensiva, classificado como ilegal por alguns setores.

O governo britânico não indicou apoio explícito ou condenação do que foi feito pelos EUA, mantendo o tom de defesa das ações em defesa dos interesses regionais. O secretário de Defesa, John Healey, evitou comentar se a ação foi legal, destacando que poucas pessoas devem lamentar o líder iraniano.

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