- O chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, pediu aos parceiros dos EUA e europeus que comecem a planejar o “dia seguinte” para o Irã e a região.
- Merz reiterou alinhamento com os objetivos americanos de colocar fim ao armamento nuclear do Irã e encerrar um “jogo destrutivo” no palco regional, embora tenha alertado para riscos ainda presentes.
- O chanceler afirmou que não é o momento de fazer sermões aos parceiros, mesmo com dúvidas existentes sobre ações dos EUA e de Israel.
- Ele enfatizou quatro metas: promover paz e estabilidade na região, levar o Irã a encerrar seu programa nuclear e de mísseis balísticos, contribuir para um futuro estável para o Irã e permitir que os iranianos decidam seu próprio destino.
- Merz disse que a Alemanha não tolerará ataques a instituições americanas ou israelienses no país.
Merz pediu que EUA e parceiros europeus comecem a planejar o que vem após os acontecimentos recentes no Irã, incluindo ataques que ceifaram a vida do líder supremo do país. O chanceler Friedrich Merz sinalizou a necessidade de pensar o futuro da região com mais clareza e responsabilidade.
O político alemão afirmou que seu governo compartilha metas dos EUA para impedir o armamento nuclear iraniano e encerrar um que ele descreveu como um “jogo destrutivo” promovido por Teerã, ao mesmo tempo em que alertou para possíveis riscos adiante.
Merz ressaltou que não é hora de cobrar culpados, mesmo diante de dúvidas sobre ações americanas e israelenses, e destacou a importância de colaborar com parceiros para definir uma agenda do dia seguinte. O objetivo é preservar estabilidade na região.
Plano para o dia seguinte
O premiulado plano de Merz envolve quatro objetivos centrais: promover paz e estabilidade regional, obter o encerramento do programa nuclear e de mísseis de longo alcance do Irã, contribuir para um futuro estável ao Irã e apoiar os iranianos na definição de seu próprio destino.
O chanceler também reiterou que a Alemanha não tolerará ataques a instituições dos EUA ou de Israel no país, mantendo compromisso com a segurança de aliados e com a neutralidade institucional.
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