- Em ato na Avenida Paulista neste domingo, Flávio Bolsonaro, senador e pré-candidato, afirmou que em janeiro de 2027 o pai, Jair Bolsonaro, subirá a rampa do Planalto junto com o povo brasileiro.
- O ato, chamado Acorda Brasil, reuniu apoiadores da direita, governadores e lideranças do PL, com críticas a Lula e a ministros do Supremo Tribunal Federal.
- Flávio disse que a participação de Romeu Zema e Ronaldo Caiado comprovava que não era campanha, e que não estavam disputando votos, mas buscando o que é melhor para o país.
- O senador defendeu a derrubada do veto de Lula ao projeto de dosimetria relacionado aos condenados do 8 de janeiro e afirmou que a prioridade é a anistia a Golpistas; houve destaque a possíveis mudanças no STF dependentes de composição do Senado.
- Outras lideranças presentes reforçaram a pauta de anistia e criticaram políticas do governo federal, com atuação concentrada na mobilização do grupo por eleições de 2026.
Ato de apoio reuniu apoiadores de direita na Avenida Paulista, em São Paulo, neste domingo. O evento, batizado de Acorda Brasil, ocorreu na tarde de 1º de março e criticou Lula e ministros do STF. A mobilização pediu anistia aos golpistas de 8 de janeiro e a libertação do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, afirmou que o pai dele voltará ao Palácio do Planalto em janeiro de 2027, com participação popular. Ao lado de governadores e lideranças do PL, ele disse que a presença conjunta de Caiado e Zema não configura campanha antecipada.
Flávio criticou políticas do governo federal, comparou gestões e citou gastos públicos. Também mencionou a derrubada de veto de Lula ao projeto de dosimetria dos condenados de 8 de janeiro e reforçou a prioridade da anistia para muitos apoiadores.
Participantes e discursos
O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, reiterou a defesa da anistia e lembrou presos políticos. Ele afirmou que, sem derrubar o veto, não há avanço na pauta de anistia. Caiado destacou convergência com outros governadores presentes e comprometeu-se a agir pela anistia no futuro.
Eduardo Bolsonaro participou por vídeo, dos Estados Unidos, ao defender que a eleição pode acelerar a justiça para a anistia. Ele associou a vitória de Flávio à consolidação de uma bancada pró-anistia na próxima legislatura.
Nikolas Ferreira, que organizou o ato, criticou ministros do STF e falou em afastamento de integrantes da Corte. Também ligou as ações de governança ao direito à liberdade para apoiadores de Bolsonaro.
O ato teve concentração perto do Museu de Arte de São Paulo, com trio elétrico, cartazes e apoio visível a bandeiras diversas. Os manifestantes manifestaram apoio à pauta da anistia e à oposição ao governo federal.
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