- Israel e os Estados Unidos lançaram ataques contra o Irã no sábado, aumentando as tensões militares na região.
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu destruir o arsenal de mísseis iranianos e impedir o desenvolvimento de armas nucleares.
- Dmitry Medvedev, vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, disse que negociações com o Irã seriam uma operação de cobertura e criticou a perspectiva de um conflito prolongado.
- Nawaf Salam, primeiro-ministro do Líbano, afirmou que o país não aceitará ser arrastado para aventuras que tragam riscos à sua segurança e à sua unidade.
- Espen Barth Eide, ministro dos Negócios Estrangeiros da Noruega, afirmou que o ataque, apresentado como preventivo, não está em conformidade com o direito internacional e que prevenções desse tipo exigem ameaça iminente.
Israel e os Estados Unidos lançaram ataques contra o Irã neste sábado, ampliando a escalada militar na região. O objetivo declarado é neutralizar o arsenal de mísseis de Teerã e impedir avanços nucleares. A ofensiva ocorreu em meio a tensões recentes entre as nações e provocou resposta de diversos países.
Fontes oficiais indicam que a operação envolveu ações militares coordenadas entre Israel e Washington, com objetivos estratégicos no território iraniano. O ataque ocorreu em um contexto de declarações anteriores de líderes ocidentais sobre dissuasão e contenção do programa iraniano. Ainda não há confirmação de número de vítimas ou danos em nível regional.
Analistas destacam que a ofensiva pode provocar retaliação ou novas fases de confronto, com impactos para a segurança regional e o abastecimento de energia. Observadores também ressaltam a complexidade geopolítica, incluindo alianças regionais e reações diplomáticas.
Reação internacional
O ex-presidente russo e atual vice-presidente do Conselho de Segurança, Dmitry Medvedev, comentou que o país vê com ceticismo as negociações com o Irã e sugeriu que ações anteriores já sinalizavam uma posição de endurecimento. Ele mencionou diferenças históricas entre potências ocidentais e a antiga civilização persa.
O primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam, afirmou que o Líbano não aceitará que o país seja envolvido em operações que ameacem sua segurança e coesão, reforçando a necessidade de evitar novas crises regionais.
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Noruega, Espen Barth Eide, criticou a ofensiva, afirmando que, embora Israel descreva a ação como preventiva, ela não estaria alinhada com o direito internacional, que exige ameaça imediata para legitimá-la.
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