- No domingo, 1º de março de 2026, milhares de manifestantes se reúnem na Avenida Paulista no ato “Acorda Brasil”, convocado pelo deputado Nikolas Ferreira.
- O movimento defende anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023 e a derrubada do veto de Lula ao projeto da dosimetria das penas, que trata do cálculo de prisão dos réus.
- Entre as figuras presentes estão o senador Flávio Bolsonaro e o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, este último cotado como possível vice em chapa presidencial.
- A organização reduziu a ênfase em pautas anti STF, priorizando combate à corrupção e a questões tributárias para atrair público mais amplo.
- O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, não comparecerá, pois cumpre agenda oficial na Alemanha; ele elogiou a atuação de Ferreira na mobilização.
Na Avenida Paulista, milhares de pessoas participaram neste domingo do ato “Acorda Brasil”, convocado pelo deputado Nikolas Ferreira. O movimento rejeita o governo Lula e o STF, defendendo a anistia a condenados pelo 8 de janeiro e a revisão das penas criminais.
Os organizadores destacaram metas centrais: anistiar alvos das ações de 8 de janeiro de 2023 e derrubar o veto de Lula ao projeto da dosimetria das penas. A proposta visa alterar o cálculo de tempo de prisão utilizado pelos magistrados.
Entre as autoridades marcadamente presentes estiveram o senador Flávio Bolsonaro e o governador de Minas Gerais, Romeu Zema. A participação de Zema é observada por analistas, diante de rumores sobre uma possível candidatura à vice-presidência em chapa ligada a Bolsonaro.
Participação de autoridades
A organização do ato manteve o foco em pautas amplas, como combate à corrupção e à carga tributária, para ampliar apoio e evitar que o protesto seja visto apenas como ataque às instituições. A estratégia busca atrair participantes de diferentes espectros.
Nikolas Ferreira atua como principal articulador e rosto do movimento. Em suas redes sociais, ele mobiliza jovens e conservadores, afirmando que o protesto inaugura uma série de ações para resgatar o país e afirmar que o judiciário não está acima da opinião pública.
Ausência do governador
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, não participou do ato. Ele cumpre agenda oficial na Alemanha, participando de um encontro internacional envolvendo autoridades jurídicas e empresariais. Mesmo ausente, Tarcísio elogiou a atuação de Ferreira ao capturar o sentimento de indignação de parte do público.
Conteúdo produzido pela Gazeta do Povo, com informações coletadas pela equipe de repórteres. Leia a reportagem completa para mais detalhes sobre o tema.
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