- Austrália pediu que Irã pare ataques de retaliação; a ministra Penny Wong disse que a base legal das ações cabe aos EUA e Israel falar sobre isso.
- EUA e Israel atacaram o Irã, com relatos de morte do líder supremo Ali Khamenei, e Irã retaliou mirando Israel e bases americanas na região.
- Canberra atualizou avisos de viagem para a região; o governo afirma não estar envolvido em operações militares e não confirmou uso de instalações australianas como Pine Gap.
- O governo de Anthony Albanese expressou apoio às ações dos EUA/Israel, enquanto oposicionistas e o grupo Labor Against War criticaram a posição.
- Houve relatos de vítimas: pelo menos cem crianças mortas em escola em Shajareh Tayyebeh, no sul do Irã; ataques bloquearam Tel Aviv, Dubai e Palm Jumeirah.
O governo australiano pediu que Irã interrompa ataques retaliação na região, após ataques aéreos realizados por Estados Unidos e Israel contra o Irã. Relatos indicam que as ações teriam atingido alvos relevantes no território iraniano, com repercussões regionais imediatas.
Penny Wong, ministra das Relações Exteriores da Austrália, afirmou que cabe aos aliados definir a base legal das ofensivas e que o governo não detalharia se instalações australianas, como Pine Gap, foram usadas. Ela ressaltou que Irã tem contribuído para a instabilidade na região há décadas.
Os eventos ocorreram no fim de semana local, com a resposta iraniana incluindo ataques a Israel e a bases americanas na região. Em consequência, o governo australiano atualizou orientações de viagem para diversos países do Oriente Médio, incluindo Emirados Árabes, Bahrein, Kuwait, Qatar e Líbano.
Reação de Canberra e posição diplomática
Wong afirmou que a Austrália apoia ações para impedir que o Irã obtenha armas nucleares e para evitar a escalada regional. O governo ressaltou que não age sozinha na região e que continua participando das discussões internacionais sobre o tema.
O gabinete consultou-se com a security committee, com expectativas de novas reuniões nos próximos dias. O primeiro-ministro Anthony Albanese expressou apoio aos povos iranianos na luta contra opressão, segundo comunicação oficial.
Labor Against War e outras vozes oposicionistas criticaram o governo por suposto alinhamento com Trump e Netanyahu, chamando a postura de sycophantic capitulation to militarism. Parlamentares de oposição reagiram de modo variado às ações.
Desdobramentos regionais e impactos
Relatos apontam que, além dos ataques de retaliação no Irã, houve violência em Tel Aviv e em áreas próximas no Golfo. Ao menos uma cidade iraniana reporta danos a infraestruturas de escolas, com dezenas de vítimas não confirmadas de cidadãos locais.
Em Dubai, uma explosão em aeroporto internacional deixou feridos, e houve movimentação de forças de proteção e redes de alerta de viajantes na região. Autoridades locais reforçam cautela e manutenção de rotas aéreas internacionais.
Medidas para cidadãos australianos
O governo aconselha registro de australianos no exterior para facilitar eventual repatriação. Ações de apoio logístico podem incluir voos de retorno, conforme a situação de hostilidade e as condições de espaço aéreo na região. Não houve confirmação de participação australiana em operações militares.
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