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Pacheco negocia candidatura ao governo de Minas e acompanha Lula na Zona da Mata

Pacheco acompanha Lula em visita à Zona da Mata; negociação para candidatura ao governo de Minas avança, com eventual mudança de partido de centro

Senador Rodrigo Pacheco acompanha Lula em visita à Zona da Mata — Foto: reprodução
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  • O senador Rodrigo Pacheco acompanhou o presidente Lula em visita à Zona da Mata, em Minas Gerais, em meio às negociações sobre sua candidatura ao governo mineiro.
  • Lula apresentou Pacheco como “convidado especial” durante a coletiva em Juiz de Fora.
  • Em encontro anterior no Planalto, Lula e Pacheco teriam encaminhado a pré-candidatura do senador ao governo de Minas, segundo interlocutores.
  • Pacheco é visto como nome forte para compor o palanque petista em Minas, mas envolve a possibilidade de ele deixar o PSD, atual sigla dele, que pretende lançar Mateus Simões para o governo.
  • Entre as siglas citadas como possíveis novas casas de Pacheco estão União Brasil, PSB e MDB.

O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) acompanhou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em visita à Zona da Mata, em Minas Gerais, neste sábado, 28. A presença de Pacheco ocorre no contexto de negociações para sua candidatura ao governo mineiro. Lula o apresentou como convidado especial durante a coletiva em Juiz de Fora.

Segundo interlocutores, o encontro no Planalto, neste mês, teria encaminhado a pré-candidatura de Pacheco ao governo de Minas. A agenda foi marcada pela proximidade entre o presidente e o senador, com sinais de alinhamento estratégico para o palanque petista.

Pacheco tem sido alvo de contatos de ministros e aliados, que veem no parlamentar um nome forte para compor a chapa em Minas, independentemente de composição de alianças. A dúvida central é a posição partidária do senador.

Mudança de partido

A decisão de Pacheco envolve a possibilidade de deixar o PSD, que deve lançar Mateus Simões na disputa pelo governo mineiro. O senador avalia candidaturas de centro, conforme interlocutores, sem sinalizar definição.

Entre as siglas citadas pelos aliados, aparecem União Brasil, PSB e MDB. A mudança busca manter perfil moderado, sem rupturas com o bloco que apoia Lula. Segue a avaliação sobre como cada legenda aceitaria a entrada de Pacheco.

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