- Macron pediu reunião urgente do Conselho de Segurança das Nações Unidas para discutir a escalada entre Estados Unidos, Israel e Irã e suas consequências para a paz mundial.
- O presidente francês afirmou que a escalada é perigosa e precisa parar; o regime iraniano deve negociar de boa-fé para encerrar programas nucleares e de mísseis balísticos e ações que destabilizam a região.
- Macron destacou que isso é essencial para a segurança de todos no Oriente Médio, conforme postagem dele na X.
- Os Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra o Irã no sábado, ampliando o conflito na região.
O presidente francês Emmanuel Macron pediu, neste sábado, uma reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU. A preocupação é com as consequências de uma possível guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã para a paz e a segurança internacionais.
Macron afirmou, por meio da rede social X, que a escalada atual é perigosa para todos e deve ser interrompida. Ele pediu que o regime iraniano entenda que não há outra opção senão negociações de boa-fé. A meta é encerrar programas nucleares e de mísseis balísticos, além de estabilizar a região.
Ações militares recentes envolveram Estados Unidos e Israel, que realizaram ataques contra o Irã no sábado. A prática elevou o risco de conflito regional e provocou críticas internacionais sobre a escalada de violência. Trump descreveu a atuação como forma de remover uma ameaça.
Ação militar e resposta internacional
Voltando a Paris, autoridades francesas destacaram a necessidade de um retorno às negociações e ao direito internacional. O chanceler francês enfatizou o papel das Nações Unidas na mediação do conflito e na proteção de civis.
Especialistas ressaltam que a reunião do Conselho de Segurança pode definir sanções, medidas diplomáticas e caminhos para desescalada. Analistas destacam ainda a importância de evitar envolvimento direto de aliados no confronto.
Fontes das Nações Unidas não divulgaram detalhes sobre a agenda da reunião anunciada por Macron. O objetivo é obter apoio para uma saída pacífica e evitar uma ampliação do enfrentamento no Oriente Médio.
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