- Macron avisou que a escalada entre Estados Unidos e Israel com o Irã pode ter graves consequências para a paz e a segurança internacionais.
- França afirma não ter sido avisada nem estar envolvida nos ataques; a prioridade é a segurança de cidadãos franceses e de instalações militares e diplomáticas.
- O presidente convocou conselho de defesa e de segurança nacional e pediu retomada da diplomacia, dizendo que ataques não resolvem a crise nuclear iraniana.
- Macron manteve contatos com líderes da região — Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Jordânia e Curdistão — e também com o primeiro-ministro britânico e o chanceler alemão; conjunto reafirmou compromisso com estabilidade regional.
- Paris ampliou medidas de segurança interna e externa, incluindo proteção a representantes diplomáticos no exterior, e pediu que o Irã interrompa seu programa nuclear e ações desestabilizadoras, além de evitar ataques militares indiscriminados.
França informou que não foi avisada e não está envolvida nos ataques entre EUA e Israel contra o Irã, destacando a necessidade de retomar a via diplomática. O presidente Emmanuel Macron participou de uma reunião de defesa para avaliar o episódio, considerado sem precedentes na região.
Macron enfatizou que a escalada representa riscos à paz e à segurança internacional. Ele pediu que países da região e aliados retomem negociações para reduzir as tensões, ressaltando que ataques não são caminho para resolver a crise nuclear iraniana.
O chefe de Estado manteve contato com líderes regionais e com o primeiro-ministro da Arábia Saudita, além de autoridades dos Emirados Árabes, do Qatar, da Jordânia e do Curdistão, segundo o Palácio do Eliseu. O objetivo é proteger cidadãos, instalações e empresas francesas.
Parúcia internacional e apoio a diplomacia
Paris informou que está em alerta para proteger seus foros diplomáticos e reforçar a segurança de representantes franceses no exterior, especialmente na região. O governo francês reforçou seu compromisso com a estabilidade regional e a proteção de vidas civis.
Em comunicado conjunto, o Reino Unido, Alemanha e França reiteraram que não participaram dos ataques e pediram que o Irã suspenda ações desestabilizadoras, negocie de boa-fé e contenha ataques militares. As lideranças destacaram a importância do diálogo entre EUA, Israel e parceiros.
Contexto e próximos passos
O governo francês afirmou que pode mobilizar meios para proteger aliados próximos que solicitem apoio, mantendo foco na segurança nacional e regional. Macron afirmou que o povo iraniano merece poder formar seu futuro sem violência.
Autoridades destacam ainda que a situação exige monitoramento contínuo e cooperação internacional para evitar consequências mais amplas para a paz regional e global. O tema segue em avaliação com os aliados na região.
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