- A Rússia disse, em conversas realizadas em Genebra, que aceitaria a proposta dos Estados Unidos de garantias de segurança para a Ucrânia após a guerra, segundo Kyrylo Budanov.
- Zelenskiy busca garantias firmes que obriguem EUA e aliados a agir caso a Rússia ataque novamente.
- A última rodada de negociações, em Genebra, não teve avanço significativo, embora Washington tenha dito ver progresso “relevante”.
- O ex-presidente Donald Trump instou Moscou e Kyiv a fecharem um acordo para encerrar o maior conflito na Europa desde 1945, enquanto Zelenskiy afirma que a Ucrânia sofre pressão por concessões.
- Budanov afirmou ainda que, no momento, a Rússia não concordou com a realização de uma cúpula entre Zelenskiy e o presidente russo, Putin, ideia citada anteriormente pelo enviado dos EUA.
Russia afirmou, em conversas recentes em Genebra, que aceitaria a proposta dos Estados Unidos para garantias de segurança de Ucrânia no período posterior ao conflito, disse o chefe de gabinete do presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, em entrevista veiculada na televisão.
Segundo Kyrylo Budanov, na última rodada de negociações, a parte russa expressou disposição em aceitar as garantias oferecidas pelos EUA. A declaração reforça o tema das negociações em curso sobre um acordo de paz para a região.
Budanov também informou que, no momento, a Rússia não concordou com a realização de uma cúpula entre Zelenskiy e o presidente russo, Vladimir Putin, possibilidade discutida previamente pelo enviado especial dos EUA, Steve Witkoff.
Progresso e perspectivas
O texto das discussões envolve garantias de segurança firmes que comprometeriam os EUA e aliados europeus a agir caso a Rússia ataque novamente, após a assinatura de um acordo de paz.
A recente rodada de Genebra não apresentou avanço significativo, conforme Kyiv e Moscou, embora Washington tenha dito ver progresso tangível no processo.
A pauta envolve ainda condições para eventual cúpula entre Zelenskiy e Putin, com as negociações em andamento, sem data definida para um encontro entre os dois líderes.
Relato: Max Hunder. Edição: Cynthia Osterman.
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