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Ataque dos EUA e de Israel provoca medo e pânico no Irã

Irã vive medo e pânico após ataque dos EUA e de Israel; filas em postos, cidades esvaziadas e escolas fechadas

Aftermath of strike in Tehran
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  • Explosões abalaram Teerã e colunas de fumaça subiram ao céu neste sábado, enquanto ataques dos EUA e de Israel desdobravam-se pelo Irã, gerando medo generalizado.
  • Manifestações de pânico levaram a longas filas em postos de combustível e moradores buscando sair de cidades para buscar segurança.
  • A autoridade de segurança iraniana afirmou que novos ataques devem ocorrer em Teerã e em outras cidades, e recomendou que as pessoas viagem para outras regiões quando possível.
  • Escolas e universidades ficaram fechadas até novo aviso, impactando o funcionamento típico do início da semana de trabalho.
  • Reações entre os moradores variaram entre apoio a mudanças extremas e o desejo de evitar que o país seja devastado por ataques externos, com relatos de tentativas de saque a moeda estrangeira e deslocamentos para áreas próximas à fronteira.

DUBAI, 28 de fevereiro — Explosões foram ouvidas em Teerã enquanto ataques realizados pelos Estados Unidos e Israel se espalhavam pelo território iraniano, provocando pânico generalizado. Longas filas em postos de combustível e moradores deixando cidades sinalizam uma resposta de busca por segurança.

Observadores relataram que o ataque ocorreu na manhã de sábado, coincidindo com o início da semana de trabalho no Irã. Moradores descrevem tremores nas áreas atingidas e sirenes em funcionamento, com famílias buscando abrigo e orientação das autoridades.

A governo iraniano informou que ataques devem continuar em Teerã e em outras cidades, recomendando deslocamentos para regiões mais seguras quando possível. Escolas e universidades foram fechadas temporariamente.

Desdobramentos e contexto

A ofensiva ocorre dias após negociações entre Washington e Teerã em Genebra não apresentarem progresso sobre o programa nuclear iraniano, segundo fontes diplomáticas. Mediadores de Oman teriam indicado avanços, mas não suficiente para um acordo.

Em Isfahan, moradores relataram dificuldades em sacar dinheiro, enquanto em Yazd muitos se preparavam para deslocamentos, com planos de atravessar a fronteira para a Turquia, se possível. Outros moradores sinalizam preocupação com a estabilidade interna.

Alguns iranianos expressaram cansaço com o ciclo de tensões, destacando o desejo de evitar o agravamento do conflito e a desestabilização do país. A narrativa de apoio à resistência contra agressões é mencionada por parte da população, sem consenso sobre as ações de potências estrangeiras.

Reações locais e perspectivas

Testemunhas em Rasht e Ilam descrevem medo e incerteza, com famílias buscando manter a rotina mínima de sobrevivência. Em Isfahan, a movimentação entre bairros indica busca por recursos e informações oficiais.

Por fim, relatos de rua indicam que, mesmo entre quem critica o governo, há concordância em evitar que o Irã sofra danos adicionais por ações externas. A situação permanece volátil, com autoridades reforçando medidas de proteção civil.

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