Em Alta NotíciasFutebolBrasileconomiaPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

PF afasta Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão por faltas injustificadas

Polícia Federal afasta preventivamente Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão por faltas injustificadas; arma e carteira devem ser entregues em cinco dias úteis

Deputado se autoexilou nos EUA para formar uma articulação internacional em defesa do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. (Foto: Renato Araújo/Câmara dos Deputados)
0:00
Carregando...
0:00
  • A Polícia Federal afastou preventivamente Eduardo Bolsonaro, ex-deputado, do cargo de escrivão por faltas injustificadas, com prazo de cinco dias úteis para devolver a arma funcional e a carteira profissional.
  • O afastamento foi determinado no dia 10 de fevereiro e tornou público nesta quinta-feira, 26 de janeiro, pela corregedoria regional no Rio de Janeiro. (Note: data should be accurate; o original diz 26 de fevereiro? It says publicada nesta quinta (26). The current date is 2026; the piece says 26. We keep: 26 de fevereiro.)
  • Eduardo Bolsonaro mora nos Estados Unidos desde março de 2025 e não voltou ao Brasil, mesmo após instrução de retorno em 2 de janeiro.
  • Ele acumula 59 ausências em sessões da Câmara até dezembro, o que resultou na perda do cargo eletivo.
  • Além disso, ele está sem salário desde julho, e teve contas e bens bloqueados por decisão judicial para dificultar atuação fora do país.

A Polícia Federal afastou preventivamente Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão devido a faltas injustificadas. O despacho foi emitido pela corregedoria regional no Rio de Janeiro e determina ainda a entrega da arma funcional e da carteira no prazo de cinco dias úteis. O afastamento foi publicado nesta quinta-feira, 26, mas foi definido no dia 10 de fevereiro.

A PF já havia ordenado, em 2 de janeiro, o retorno imediato de Eduardo às funções, mantendo a possibilidade de acionamento de procedimentos administrativos. Mesmo com a ordem, o ex-deputado permaneceu nos Estados Unidos, onde vive desde março de 2025.

Eduardo Bolsonaro não se manifestou publicamente sobre o afastamento. Na época da determinação de retorno, ele havia questionado a decisão e criticado a chefia da PF de forma contundente em redes sociais, associando a instituição a um tom de confronto com autoridades, sem apresentar defesa pública no momento.

Eduardo deixou a Polícia Federal para exercer o mandato de deputado federal, função que também deixou após acumular faltas registradas em sessões legislativas. Ao todo, constam 59 ausências até dezembro, o que excedeu o limite permitido pela Constituição e resultou na cassação do mandato.

O histórico profissional do agora ex-agente da PF inclui atuação em unidades diversas entre 2010 e 2014, em cidades como Guajará-Mirim, Guarulhos, São Paulo e Angra dos Reis. Após esse período, ele seguiu para a carreira política, consolidando-se como parlamentar.

Nos Estados Unidos, Eduardo buscou apoio internacional para pressionar autoridades brasileiras, em especial o STF, em meio a processos ligados a suposta participação em movimentos durante as eleições de 2022. A ofensiva diplomática ganhou impulso negativo com desfechos diplomáticos entre Brasil e outros governos.

A situação jurídica avança com ações no STF, onde Eduardo passa a responder, entre outros pontos, por possível coação em relação a autoridades. A decisão do STF ocorreu de forma unânime na Primeira Turma, com base em denúncia da Procuradoria-Geral da República. A PF não comentou novas medidas até o momento.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais