- O ministro Alexandre de Moraes negou novamente o pedido de Magno Malta para visitar o ex‑presidente Jair Bolsonaro.
- Malta tentou a visita no dia dezessete de janeiro sem autorização, conforme orientação dos agentes da Polícia Militar do Distrito Federal.
- A visita precisava ser autorizada pelo Supremo Tribunal Federal, e Malta questionou a possibilidade de orar no local, mas foi informado que a assistência religiosa já estava definida.
- Moraes disse que a tentativa de visita colocou em risco a segurança institucional, porque o senador estacionou o carro em local impróprio e chegou a filmar a cena.
- Em vinte e nove de janeiro, Moraes já havia rejeitado outro pedido de visita pelo mesmo motivo; atualmente Bolsonaro pode receber Michelle Bolsonaro, filhos e enteados, desde que haja pedido antecipado ao ministro.
Ministro Alexandre de Moraes negou mais uma vez o pedido de Magno Malta para visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão ocorreu após Malta tentar a visita ao menos duas vezes, sem autorização prévia.
A primeira tentativa ocorreu em 17 de janeiro, no Distrito Federal. Agentes da Polícia Militar barrou o parlamentar, que foi informado que a visita precisava de autorização do STF. Malta questionou a possibilidade de orar no local.
Segundo Moraes, a ação de Malta colocou a segurança institucional em risco. O senador estacionou o carro em local inadequado e chegou a filmar a movimentação no entorno do prédio.
Contexto recente de visitas a Bolsonaro
No dia 29 de janeiro, Moraes já havia rejeitado pedido de visita do mesmo senador pelo mesmo motivo. Hoje, Bolsonaro pode receber visitas da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, dos filhos Carlos, Flávio, Jair Renan e Laura, além da enteada Leticia, desde que os pedidos sejam feitos com antecedência ao ministro.
Quem está autorizado a visitar
Além de familiares, aliados que desejem acompanhar Bolsonaro também necessitam de autorização prévia. O STF especificou quem pode prestar assistência religiosa ao ex-presidente: o bispo Robson Rodovalho e o pastor Thiago Manzoni. A assistência religiosa deve seguir as regras definidas pelo tribunal.
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