- A CPMI do INSS notificou o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para entregar informações da quebra de sigilo de Fábio Luís da Silva, known as Lulinha, com prazo de cinco dias úteis.
- A CPMI aprovou, na quinta-feira, a quebra dos sigilos bancário e fiscal do filho do presidente Lula, ligado a mensagens sobre a “farra do INSS”.
- A medida ocorre em meio a tentativas de governistas de anular o requerimento de quebra de sigilo e retornar à blindagem.
- A decisão acompanha determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça, que em janeiro autorizou a PF a quebrar sigilos de Lulinha em investigação em sigilo.
O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), notificou o Coaf para entregar informações sobre a quebra de sigilo de Fábio Luís da Silva, conhecido como Lulinha. O prazo é de cinco dias úteis.
A CPMI aprovou, na quinta-feira anterior, a quebra dos sigilos bancário e fiscal do filho do presidente Lula, citado em mensagens relacionadas à chamada “farra do INSS”. A medida mira apurar irregularidades apontadas.
Viana afirmou, em comunicado, que a CPMI atua com transparência, responsabilidade e observância legal, buscando acesso às informações de Lulinha com celeridade diante de tentativas de anular o requerimento.
Parlamentares governistas alegam que houve fraude na contagem de votos e recorreram ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para contestar a decisão. A tramitação ocorre após decisão do STF.
A decisão de Mendonça, em janeiro, autorizou a quebra de sigilos no âmbito de inquérito em sigilo. Em fevereiro, o ministro manteve a autorização a pedido da Polícia Federal, ampliando o conjunto de informações recebidas pela CPMI.
Entre na conversa da comunidade