- Autoridades federais prenderam mais pessoas envolvidas no protesto ocorrido em janeiro na Cities Church, em Saint Paul, Minnesota; o total de acusados chegou a trinta e nove.
- A Procuradoria informou que trinta pessoas foram indiciadas e que vinte e cinco já foram presas; há mais a prender.
- A procuradora-geral Pam Bondi afirmou, em postagem no X, que “não se tolera ataques a casas de culto” e que o DOJ vai localizar e processar os envolvidos.
- Dois jornalistas independentes, Don Lemon e Georgia Fort, já eram acusados anteriormente; Brixton Hughes também foi preso na sexta-feira.
- O protesto visava o pastor David Easterwood, apontado como diretor interino do escritório do ICE em Minnesota; o episódio ocorreu após mortes de Renee Good e Alex Pretti em ações de agentes federais na região de Minneapolis.
O Departamento de Justiça dos EUA informou nesta sexta-feira a prisão de mais pessoas ligadas ao protesto realizado em uma igreja em Saint Paul, Minnesota, em janeiro. Ao todo, 39 pessoas foram acusadas, com 25 já presas e mais 14 aguardando detenção.
A acusação adicional envolve 30 indivíduos, segundo a procuradora-geral Pam Bondi. Ela afirmou que houve investigações em andamento e que ainda podem surgir novas prisões. Bondi também destacou a defesa da liberdade de culto.
O protesto ocorreu no Cities Church, em 18 de janeiro, para mobilizar contra o pastor David Easterwood, apontado como diretor de campo do ICE em Minnesota. Os manifestantes interromperam o serviço religioso e reivindicaram responsabilização de autoridades migratórias.
Entre os acusados, dois jornalistas independentes, Don Lemon e Georgia Fort, já haviam sido processados anteriormente; eles afirmaram atuar como repórteres e não como participantes. Brixton Hughes, jornalist independente, também foi detido.
Nekima Levy Armstrong, advogada de direitos civis de Minnesota, comunicou pelas redes sociais a prisão dos novos suspeitos e convocou apoio comunitário para as audiências. Armstrong havia sido identificada como crítica ao protesto.
O protesto segue sob forte repercussão, que envolveu críticas públicas de autoridades da administração Trump e de legisladores republicanos. Bondi reagiu afirmando que não haveria tolerância a ataques a locais de culto.
Um processo federal movido por um integrante da igreja questiona a conduta das pessoas acusadas, afirmando interrupção do culto e medo entre os fiéis. A ação destaca a intervenção de autoridades federais na comunidade religiosa.
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