- MPs aprovaram a divulgação de documentos sobre a nomeação de Andrew Mountbatten-Windsor como enviado comercial do Reino Unido entre 2001 e 2011.
- Andrew foi colocado sob investigação no mês passado após ser preso por suposta má conduta no exercício do cargo.
- Ele nega ter cometido irregularidades ligadas a Jeffrey Epstein.
- A pressão sobre o rei Charles aumenta sobre por que não agiu mais cedo.
- A reportagem envolve a possibilidade de o príncipe William reformar a monarquia; Helen Pidd entrevista o autor Andrew Lownie.
MPs votaram pela liberação de documentos sobre a nomeação de Andrew Mountbatten-Windsor como enviado comercial do Reino Unido entre 2001 e 2011. A decisão ocorre no mesmo período em que Andrew foi considerado pela investigação por possível infração de função pública. Ele nega envolvimento com Jeffrey Epstein.
Andrew foi colocado sob investigação após a prisão, na semana passada, por suspeita de conduta inadequada em função pública relacionada ao cargo. O vínculo com Epstein é alvo de questionamentos anteriores, que ele também nega.
A decisão dos parlamentares aumenta a pressão sobre o rei Charles III para explicações sobre a atuação do governo britânico nesse caso. Analistas ponderam se o episódio pode impactar a imagem da monarquia e levantar debates sobre a reforma institucional.
Contexto e repercussões
A imprensa britânica destaca reações entre partidos e setores da sociedade, com expectativa de que a divulgação dos documentos traga esclarecimentos sobre a atuação de Andrew no período. O futuro da linha de sucesão e a comunicação da família real também entram no debate público.
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