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Martin Clunes perde batalha de planejamento com viajantes perto de Dorset

Conselho de Dorset aprova permanência de Theo Langton e Ruth McGill em terreno próximo à casa de Martin Clunes, contrariando o ator e provocando debate sobre novos viajantes

Martin Clunes and his wife attended the meeting in Dorchester on Thursday where the decision went against them.
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  • Vereadores de Dorset decidiram, por sete votos a dois, permitir que Theo Langton e Ruth McGill permaneçam de forma permanente em um terreno próximo à casa de Martin Clunes, em Beaminster.
  • Os residentes, que há mais de vinte anos ocupam o local com uma caravana, oficina e um trailer móvel, se identificam como “novos viajantes” e buscam autorização permanente de ocupação.
  • Clunes e a esposa, Philippa Braithwaite, contestam a permanência, sustentando que o casal não é viajante legalmente e que a decisão poderia criar precedentes.
  • O relatório de planejamento afirmou que o impacto no entorno é mínimo e que não havia opções suficientes de lotes para viajantes na rede pública de Dorset.
  • Representantes locais e grupos de apoio destacaram a importância de atender diferentes estilos de vida, enquanto opositores alertaram para a possível abertura de portas para novos acampamentos na região.

O conselho de Dorset decidiu manter Theo Langton e Ruth McGill no terreno próximo à casa de Martin Clunes, em Beaminster. A votação ocorreu nesta semana em Dorchester, após um litígio de longa duração sobre a permanência dos novos viajantes no local. A decisão foi favorável aos ocupantes, revertendo objeções levantadas pelo ator.

Langton e McGill vivem no sítio há mais de 20 anos e utilizam uma caravana, uma oficina e uma van móvel para vender arte, joias e trabalhos em metal em festivais. Eles se autodefinem como “novos viajantes” e buscaram permissão de moradia permanente no terreno, que possuem.

Clunes e a esposa, Philippa Braithwaite, negam que o casal tenha direito à residência permanente e contestam a classificação como viajantes legais. Alegações de impacto paisagístico e de indisponibilidade de água encanada também foram citadas ao longo do processo.

Detalhes da decisão

O responsável pelo planejamento, Bob Burden, informou que a avaliação considerou que Langton e McGill são viajantes que circulam pelo país vendendo seus produtos no local. O comitê também indicou que não havia espaço suficiente para acomodar viajantes em outros terrenos públicos sob gestão do órgão.

A avaliação apontou ainda que o impacto visual seria mínimo, já que o sítio fica relativamente oculto entre árvores e dista das residências mais próximas. O caso gerou tensões entre vizinhos, com objeções sobre possíveis novos acampamentos na região.

Repercussões e contexto

Durante a sessão, o retorno de apoio ao casal foi destacado por figuras comunitárias, incluindo voluntários locais. Entidades ligadas a comunidades de viajantes ressaltaram a escassez de terrenos disponíveis para esse grupo na região.

A decisão recebe observações de que a presença de viajantes com esse estilo de vida pode influenciar debates sobre planejamento e políticas de habitação, especialmente em áreas rurais. A situação ressalta a dificuldade de equilibrar interesses locais com direitos de moradia.

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