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Jogadores escolhem lados enquanto Nova York processa Valve por loot boxes

Nova York processa a Valve por loot boxes, alegando jogo ilegal; ação pode restringir a venda pela Steam e pressionar mudanças no setor de apostas em jogos

© Valve / Kotaku
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  • A promotora-geral do estado de Nova York entrou com uma ação contra a Valve, acusando a empresa de promover jogos de azar ilegal com loot boxes em títulos como Counter-Strike 2.
  • A ação busca impedir a venda de loot boxes e chaves na Steam no estado e prevê multas à Valve pelos atos.
  • Em 2023, a Valve teve receita de quase um bilhão de dólares com a venda de chaves de loot boxes no Counter-Strike.
  • A anúncio da ação gerou reação online, com defensores e críticos debatendo a responsabilidade da empresa e possíveis mudanças no setor.
  • A divulgação também gerou controvérsia ao mencionar que jogos violentos podem estar ligados a problemas de violência, o que levou a debates sobre o foco da ação.

O estado de Nova York moveu uma ação contra a Valve, acusando a empresa de promover jogos de azar por meio de loot boxes vendidas na Steam. A denúncia foi apresentada em 25 de fevereiro pela procuradora-geral Letitia James e sua equipe. A ação busca proibir a venda de loot boxes e chaves no estado e aplicar multas.

A investigação sustenta que o conteúdo facilita jogos de azar ilegais em violação às leis locais. A Valve registrou quase US$ 1 bilhão em 2023 com a venda de chaves de loot boxes no jogo Counter-Strike. A empresa ainda não respondeu oficialmente à ação. Em geral, a ação envolve o ecossistema de loot boxes da plataforma.

A reação online foi imediata, com usuários discutindo impactos, possíveis mudanças e precedentes para a indústria de games. Partes dos debates lembram que o uso de itens digitais envolve aspectos de consumo e proteção ao consumidor. A discussão também envolve o papel de reguladores diante de modalidades de monetização.

Repercussões e próximos passos

No início da divulgação, usuários apontaram que jogos como Counter-Strike são destinados a maiores de idade, o que complica a responsabilização de menores. Especialistas destacam que o caso pode pressionar mudanças em políticas de reembolso e práticas de loot boxes.

Entre os analistas, há quem veja a ação como potencial gatilho para maior fiscalização de skins e sites de apostas relacionados a jogos. Outros citam precedentes de mudanças obtidas pela Valve após disputas legais, como políticas de reembolso.

Na prática, o que muda depende do andamento do processo, com o objetivo de regular ou restringir a oferta de loot boxes na nesta jurisdição. A Valve ainda não apresentou defesa pública à acusação. A procuradoria afirma que a medida visa proteger consumidores, especialmente jovens.

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