- A CPMI do INSS realizou reunião em 26 de fevereiro e houve confusão causada pela votação de requerimentos, incluindo a quebra de sigilo de Lulinha, filho do presidente Lula.
- O foco de parte da oposição era investigar Frei Chico, irmão de Lula, que atua como vice-presidente do Sindnapi, entidade ligada ao escândalo do INSS; até agora não havia evidência de relação financeira entre as partes.
- O requerimento aprovado previa a quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”, além de exigir um Relatório de Inteligência Financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF).
- A CPMI também rastreou valores movimentados entre os principais grupos fraudadores do INSS e empresas de fachada usadas para dificultar a rastreabilidade dos recursos das aposentadorias.
- Embora tenha sido discutida a divisão da comissão para investigar empréstimos consignados ilegais, apenas a convocação de presidentes de instituições financeiras suspeitas foi concluída, sem que houvesse quebra de sigilo dessas instituições aprovada.
A CPMI do INSS abriu sessão nesta quinta-feira (26) para votar requerimentos que miram o filho do presidente Lula, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. O objetivo é apurar ligações com um operador da fraude de aposentadorias.
A comissão investiga desvios bilionários de aposentadorias, em parceria com a PF e com a CGU, apurando ilegalidades desde abril de 2025. O foco é checar responsabilidades envolvendo entidades do setor e empresas de fachada.
Desde o início, a oposição buscava verificar eventual relação entre Lulinha e o escândalo, incluindo o vice-presidente do Sindnapi, Frei Chico. Até agora, não houve evidências de vínculos financeiros entre eles, conforme documentos recebidos.
Na manhã desta quinta, houve confusão pela votação de quebras de sigilo bancário e fiscal de Lulinha. Também havia a ideia de gerar um Relatório de Inteligência Financeira pelo COAF para identificar movimentações suspeitas.
Paralelamente, a CPMI rastreou valores movimentados entre grupos fraudadores e empresas de fachada utilizadas para ocultar recursos de aposentadorias. O grupo também cogitou dividir as investigações sobre empréstimos consignados ilegais.
Apesar das dúvidas, a CPMI ainda não aprovou quebras de sigilo de instituições financeiras. A pauta aprovou, nesta quinta, a convocação de presidentes de algumas instituições suspeitas, sem quebras de sigilo já apresentadas.
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