- A CPMI do INSS viveu confusão após aprovar a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, levando parlamentares ao Conselho de Ética.
- O PT promete levar o presidente da CPMI, senador Carlos Viana, ao Conselho por suposta fraude na contagem dos votos; o PT acusa manipulação de 31 votantes.
- O deputado Rogério Correia, do PT-MG, é acusado de agressão, enquanto o deputado Luiz Lima, do Novo, disse ter sido atingido no rosto ao tentar conter a briga.
- O líder do Novo, Marcel Van Hattem, afirmou que vai ao Conselho de Ética e pediu a exclusão de Correia da CPMI.
- O PT pediu a anulação da votação ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre; ele ainda não respondeu, orientando a formalização da representação.
A tensão tomou conta da CPMI do INSS após a aprovação da quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Parlamentares discutiram o processo, gerando conflitos entre equipes da base e da oposição. A asceção de apurar o caso pode estimular encaminhamentos ao Conselho de Ética.
A denúncia envolve dois nomes mineiros. Um senador da oposição e um deputado do PT são alvo de denúncias para a linha de conduta na CPMI. Os questionamentos incluem suposta fraude na contagem de votos e episódios de agressão durante a sessão.
A sessão em que ocorreu a votação foi marcada por troca de farpas entre parlamentares. A direção da CPMI foi alvo de acusações de irregularidades e de abuso durante a proclamação. O episódio, segundo aliados, evidenciou tensões políticas acirradas.
Ações no Conselho de Ética
O PT anunciou que acionará o Conselho de Ética do Senado contra o presidente da CPMI, Carlos Viana. Os petistas alegam que houve fraude na divulgação do resultado da votação para depoimento de Lulinha.
A votação foi simbólica e não registrou votos formais. O presidente da CPMI disse que sete dos 31 membros seriam contrários ao depoimento, segundo a leitura oficial. A legenda contesta esse índice.
O deputado Paulo Pimenta afirmou que as imagens disponíveis contradizem a leitura de Viana. Segundo ele, 14 parlamentares da esquerda estavam no local e votaram contra a convocação. Ele também questionou o total de 31 votantes.
Procurado, Viana não comentou o caso. O espaço permanece aberto para posicionamento futuro. A CPMI não teve resposta imediata sobre a contestação apresentada.
Reações e próximos passos
O PT pediu a anulação da votação ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre. O pedido foi feito em reunião posterior à confusão, e ainda não houve decisão formal.
Alcolumbre pediu que seja apresentada uma representação formal e informou que deverá emitir uma resposta. A senadora Soraya Thronicke pediu definição célere, dada a gravidade do episódio.
Até o momento, o presidente do Senado tem atuado de forma crítica à CPMI, sem abrir prazo para resposta a novos pedidos de prorrogação. O futuro desfecho depende de apondo formal e de novas manifestações.
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