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Senador confronta Davi Alcolumbre sobre caso Banco Master

Girão cobra CPI do Banco Master, acusa Alcolumbre de inércia e cita prejuízo de R$ 400 milhões no Amapá como impacto direto no estado

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) está no fim de seu primeiro mandato em cargo público. Ele é pré-candidato ao governo do Ceará. (Foto: Jeferson Rudy/Agência Senado)
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  • Eduardo Girão responsabilizou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, pela inércia do Congresso diante das denúncias do Banco Master e citou sigilos de 100 anos sobre informações de visitas a gabinetes.
  • O senador defendeu a instalação imediata de uma Comissão Parlamentar de Inquérito, seja exclusiva do Senado ou em conjunto com a Câmara, com apoio de 51 dos 81 senadores.
  • Girão pediu abertura de processos de impeachment contra os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, mencionando um contrato de R$ 129 milhões entre o banco e o escritório da esposa de Moraes.
  • O senador destacou que o fundo de previdência dos servidores estaduais do Amapá, estado de Alcolumbre, perdeu R$ 400 milhões em aplicações no Banco Master.
  • Sobre os passos políticos, Girão não disputará a reeleição em 2026 e mira o governo do Ceará; conta com apoio de figuras da direita, como Michelle Bolsonaro.

Eduardo Girão participou de uma sessão no plenário em que criticou a atuação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sobre o caso Banco Master. O senador apontou inércia do Congresso diante das denúncias e afirmou que a Casa precisa responder aos desdobramentos da investigação.

Girão responsabilizou Alcolumbre pela falta de transparência e citou a imposição de sigilos de 100 anos sobre informações de visitas a gabinetes. O discurso ocorreu em meio a cobranças por uma atuação mais firme do Senado diante das suspeitas envolvendo o banco.

O parlamentar defende a instalação imediata de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as acusações. Segundo ele, a investigação é inegociável e conta com apoio de 51 dos 81 senadores.

Reivindicação de impeachment

Girão pediu a abertura de processos de impeachment contra os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, mencionando um contrato de 129 milhões de reais entre o Banco Master e o escritório de advocacia ligado à esposa de Moraes. O objetivo seria analisar possível conflito de interesses.

O episódio também envolve o estado do Amapá, representado por Alcolumbre. O fundo de previdência dos servidores perdeu cerca de 400 milhões de reais em aplicações no Banco Master, segundo o senador, o que reforça o interesse de Alcolumbre em promover apuração.

Construção política de Girão

O senador informou que não disputará a reeleição em 2026 e pretende concorrer ao governo do Ceará. A postura contundente no plenário é vista como parte de uma estratégia de independência política, alinhada a figuras da direita, incluindo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

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